Santo Agostinho
3Por que Se ofereceu à tentação? Para ser nosso mediador na vitória sobre a tentação, não somente pelo auxílio, mas pelo exemplo.
de Trin. · de Trin., 4, 13 · séc. V
tradução automáticaDe outro modo: a suma de toda a sabedoria é conhecer o Criador e a criatura. O Criador é a Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo; a criatura é em parte invisível — como a alma, à qual assignamos uma natureza tríplice, conforme o mandamento de amar a Deus com todo o coração, toda a mente e toda a alma — e em parte visível, como o corpo, que dividimos em quatro elementos: o quente, o frio, o líquido e o sólido. O número dez, pois, que representa toda a lei da vida, tomado quatro vezes, isto é, multiplicado por aquele número que assignamos ao corpo, porque pelo corpo a lei é obedecida ou transgredida, perfaz o número quarenta. Todas as partes alíquotas deste número, a saber, 1, 2, 4, 5, 8, 10, 20, somadas entre si, perfazem o número cinquenta. Daí ser fixado em quarenta dias o tempo da nossa dor e aflição; e o estado de bem-aventurada alegria que virá depois é figurado na festa quinquagesimal, isto é, nos cinquenta dias da Páscoa ao Pentecostes.
Lib. 83. Quest. q. 81 · séc. V
tradução automáticaNão se deve todavia supor que, por ter Cristo jejuado imediatamente depois de receber o baptismo, estabeleceu uma regra a ser observada de jeiunarmos logo após o Seu baptismo. Mas quando é árduo o conflito com o tentador, então devemos jejuar, para que o corpo cumpra a sua milícia pelo castigo, e a alma alcance a vitória pela humilhação.
Serm. 210, 2 · séc. V
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