São Cipriano de Cartago
2O Senhor nos ordenou, em Suas instruções, que orássemos secretamente em lugares apartados e recolhidos, como mais convenientes à fé; para que estejamos certos de que Deus, presente em toda parte, ouve e vê todas as coisas, e na plenitude de Sua Majestade penetra até os lugares ocultos. Pseudo-Crisóstomo: Podemos também entender por "a porta do quarto" a boca do corpo; de modo que não devemos orar a Deus com elevação de voz, mas com coração silencioso, por três razões. Primeira, porque Deus não se alcança com clamor veemente, mas com reta consciência, visto que Ele é ouvinte do coração; segunda, porque ninguém senão tu e Deus deve ser sabedor de tuas orações secretas; terceira, porque, se orares em alta voz, impedes qualquer outro de orar perto de ti. Cassiano, Collat. ix, 35: Devemos também observar estrito silêncio em nossas orações, para que os nossos inimigos, sempre mais vigilantes para nos enredar nesse momento, não saibam o conteúdo de nossa petição.
Tr. vii. 2 · Tr. vii. 2 · séc. III
tradução automáticaQue insensibilidade é deixar-se arrebatar, vagueando, por imaginações leves e profanas, quando estás apresentando tua súplica ao Senhor, como se houvesse alguma outra coisa que devesses antes considerar do que o fato de que teu colóquio é com Deus! Como podes pretender que Deus te atenda, quando tu não atentas a ti mesmo? Isto é não tomar de modo algum precaução contra o inimigo; isto é, ao orar a Deus, ofender a Majestade de Deus pela negligência de tua oração.
Tr. vii · Tr. vii, 20 · séc. III
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