São Cipriano de Cartago
2Não dizemos Meu Pai, mas "Pai nosso", porque o mestre da paz e o doutor da unidade não quis que os homens orassem isolada e separadamente, visto que, quando alguém ora, não deve orar somente por si. Nossa oração é geral e por todos, e quando oramos, não oramos por uma só pessoa, mas por todos nós, porque todos somos um. Assim também quis que um só orasse por todos, conforme ele mesmo em um só nos trouxe a todos.
Tr. vii. 4 · Tr. vii. 4 · séc. III
tradução automáticaAquele que nos deu viver, ensinou-nos também a orar, a fim de que, falando ao Pai na oração que o Filho ensinou, alcancemos mais pronta escuta. É orar como amigos e familiares oferecer a Deus do que é seu. Reconheça o Pai as palavras do Filho quando elevarmos nossa oração; e, visto que o temos por Advogado junto ao Pai quando pecamos, apresentemos as palavras de nosso Advogado, quando como pecadores fazemos petição por nossas ofensas.
Tr. vii · Tr. vii, 1 · séc. III
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