Referência

2Cor 1, 8

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Matos Soares

8Em verdade, não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos aconteceu na Ásia, como fomos oprimidos acima das nossas forças, de sorte que até desesperamos de conservar a vida.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São João Crisóstomo

Eles haviam visto outros tornarem-se participantes das misericórdias de Cristo, mas, porquanto nenhum homem tem um sentimento tão forte das coisas que se fazem na pessoa de outro como daquilo que é feito a si mesmo, convinha que em seus próprios corpos sentissem as misericórdias de Cristo. Por isso Ele quis que esta tempestade se levantasse, para que em sua libertação tivessem um sentimento mais vivo de Sua bondade. Esta agitação do mar era um tipo de suas tribulações futuras, das quais fala Paulo: «Não quero, irmãos, que ignoreis como fomos atribulados além de nossas forças.» [2 Cor 1,8] Mas, para que houvesse tempo de surgir o seu temor, segue-se: «Ele, porém, dormia.» Pois se a tempestade se houvesse levantado enquanto estava desperto, ou não teriam temido, ou não Lhe teriam suplicado, ou não teriam crido que Ele tinha o poder de aquietá-la.

séc. V

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2Cor 1, 8 nos Padres da Igreja | Aurea