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2Cor 3, 6

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Matos Soares

6o qual também nos fez idôneos ministros da nova Aliança, não pela letra (da lei), mas pelo Espírito, porque a letra mata, mas o Espírito vivifica.

Matos Soares · domínio público

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Santo Thomas Aquinas

**Objeção 1:** Parece que, ao ser santificada no ventre, a Bem-aventurada Virgem não foi preservada de todo pecado atual. Pois, como já dissemos (A[3]), após a sua primeira santificação, o fomes permaneceu na Virgem. Ora, o movimento do fomes, ainda que preceda o ato da razão, é pecado venial, embora levíssimo, como diz Agostinho em sua obra *De Trinitate* [*Cf. Sent. ii, D, 24]. Logo, houve algum pecado venial na Bem-aventurada Virgem. **Objeção 2:** Ademais, Agostinho (Qq. Nov. et Vet. Test. lxxiii sobre Lc 2,35: "Uma espada traspassará a tua alma") diz que a Bem-aventurada Virgem "foi perturbada por uma dúvida de admiração na morte de Nosso Senhor". Ora, a dúvida nas coisas da fé é pecado. Portanto, a Bem-aventurada Virgem não foi preservada de todo pecado atual. **Objeção 3:** Ademais, Crisóstomo (Hom. xlv in Matth.), comentando o texto: "Eis que tua mãe e teus irmãos estão fora, e te buscam", diz: "É claro que fizeram isto por mera vanglória." Ainda sobre Jo 2,3: "Não têm vinho", o mesmo Crisóstomo diz que "ela desejava fazer-lhes um favor e elevar-se na estima deles por meio de seu Filho; e talvez sucumbiu à fraqueza humana, assim como fizeram seus irmãos quando disseram: 'Manifesta-te ao mundo.'" E um pouco adiante diz: "Porque ainda não cria nele como devia." Ora, é bastante claro que tudo isto era pecaminoso. Logo, a Bem-aventurada Virgem não foi preservada de todo pecado. **Ao contrário,** Agostinho diz (De Nat. et Grat. xxxvi): "Em matéria de pecado, é meu desejo excluir absolutamente todas as questões concernentes à santa Virgem Maria, por causa da honra devida a Cristo. Pois, como ela concebeu e deu à luz Àquele que certissimamente não era réu de pecado algum, sabemos que lhe foi dada uma abundância de graça, para que fosse de todo modo vencedora do pecado." **Respondo que:** Deus prepara e adorna aqueles que escolhe para algum ofício particular de modo que sejam tornados capazes de cumpri-lo, segundo 2 Coríntios 3,6: "(O qual) nos fez ministros idôneos do Novo Testamento." Ora, a Bem-aventurada Virgem foi escolhida por Deus para ser sua Mãe. Portanto, não pode haver dúvida de que Deus, por sua graça, a tornou digna daquele ofício, segundo as palavras que lhe foram ditas pelo anjo (Lc 1,30-31): "Achaste graça diante de Deus: eis que conceberás," etc. Mas ela não teria sido digna de ser a Mãe de Deus, se alguma vez tivesse pecado. Primeiro, porque a honra dos pais reflete sobre o filho, segundo Provérbios 17,6: "A glória dos filhos são os pais"; e, consequentemente, por outro lado, a vergonha da Mãe teria refletido sobre seu Filho. Segundo, por causa da singular afinidade entre ela e Cristo, que dela tomou a carne, e está escrito (2 Coríntios 6,15): "Que concórdia há entre Cristo e Belial?" Terceiro, por causa do modo singular pelo qual o Filho de Deus, que é a "Sabedoria Divina" (1 Coríntios 1,24), habitou nela, não só na alma, mas no ventre. E está escrito (Sabedoria 1,4): "A sabedoria não entrará na alma maliciosa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado." Devemos, portanto, confessar simplesmente que a Bem-aventurada Virgem não cometeu nenhum pecado atual, nem mortal nem venial; de modo que se cumpre o que está escrito (Cânticos 4,7): "Toda formosa és, amiga minha, e não há mácula em ti," etc. **Resposta à objeção 1:** Após a sua santificação, o fomes permaneceu na Bem-aventurada Virgem, mas atado, para que não fosse surpreendida por algum ato desordenado súbito, anterior ao ato da razão. E embora a graça da sua santificação contribuísse para esse efeito, todavia não bastava; pois de outro modo o resultado da sua santificação teria sido tornar impossível nela qualquer movimento sensível não precedido por um ato da razão, e assim ela não teria tido o fomes, o que é contrário ao que dissemos acima (A[3]). Devemos, portanto, dizer que o referido atamento (do fomes) foi aperfeiçoado pela divina providência, não permitindo que do fomes resultasse nenhum movimento desordenado. **Resposta à objeção 2:** Orígenes (Hom. xvii in Luc.) e certos outros doutores expõem estas palavras de Simeão como referindo-se à dor que ela sofreu por ocasião da Paixão de Nosso Senhor. Ambrósio (in Luc. 2,35) diz que a espada significa "a prudência de Maria, que tomava nota do mistério celeste. Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes" (Hebreus 4,12). Outros, ainda, tomam a espada como significando dúvida. Mas isto se deve entender da dúvida, não de incredulidade, mas de admiração e discussão. Assim, Basílio diz (Ep. ad Optim.) que "a Bem-aventurada Virgem, estando junto à cruz e observando cada detalhe, após a mensagem de Gabriel e o inefável conhecimento da Concepção Divina, após aquela maravilhosa manifestação de milagres, foi perturbada em sua mente": isto é, por um lado vendo-O sofrer tamanha humilhação, e por outro considerando suas obras maravilhosas. **Resposta à objeção 3:** Nessas palavras, Crisóstomo vai longe demais. Podem, contudo, ser explicadas como significando que Nosso Senhor corrigiu nela, não o movimento desordenado de vanglória a respeito de si mesma, mas o que poderia estar nos pensamentos de outros.

Summa Theologiae — Third Part (Christology & Sacraments) · Article. 4 - Whether by being sanctified in the womb the Blessed Virgin was preserved from all actual sin? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

**Objeção 1:** Pareceria que a Lei Velha não contém preceitos morais. Porque a Lei Velha é distinta da lei natural, como foi dito acima (Q. 91, aa. 4, 5; Q. 98, a. 5). Ora, os preceitos morais pertencem à lei natural. Logo, não pertencem à Lei Velha. **Objeção 2:** Além disso, a Lei Divina devia vir em auxílio do homem onde falha a razão humana, como é evidente nas coisas de fé, que estão acima da razão. Mas a razão humana parece suficiente para os preceitos morais. Por conseguinte, os preceitos morais não pertencem à Lei Velha, que é uma lei divina. **Objeção 3:** Ademais, a Lei Velha é chamada "a letra que mata" (2 Cor 3,6). Ora, os preceitos morais não matam, mas vivificam, segundo o Salmo 118,93: "Nunca me esquecerei de vossas justificações, porque por elas me destes a vida." Logo, os preceitos morais não pertencem à Lei Velha. **Em contrário,** está escrito (Ecli 17,9): "E deu-lhes a disciplina e a lei da vida por herança." Ora, a disciplina pertence aos costumes; pois esta glosa sobre Hb 12,11: "Toda disciplina, na verdade," etc., diz: "A disciplina é um exercício de costumes por meio de dificuldades." Portanto, a Lei que foi dada por Deus compreendia preceitos morais. **Respondo:** A Lei Velha continha alguns preceitos morais, como é evidente em Êx 20,13.15: "Não matarás, não furtarás." Isto era razoável: porque, assim como a intenção principal da lei humana é criar amizade entre homem e homem, assim a intenção principal da lei divina é estabelecer o homem na amizade de Deus. Ora, sendo a semelhança a razão de amor, segundo Ecli 13,19: "Toda besta ama a sua semelhança," não pode haver nenhuma amizade do homem para com Deus, que é sumamente bom, a menos que o homem se torne bom; por isso está escrito (Lv 19,2; 11,45): "Sede santos, porque eu sou santo." Mas a bondade do homem é a virtude, que "torna bom aquele que a possui" (Ética, II, 6). Portanto, era necessário que a Lei Velha incluísse preceitos sobre os atos de virtude; e estes são os preceitos morais da Lei. **Resposta à objeção 1:** A Lei Velha é distinta da lei natural, não como algo inteiramente diferente dela, mas como algo acrescentado a ela. Pois, assim como a graça pressupõe a natureza, assim a lei divina deve pressupor a lei natural. **Resposta à objeção 2:** Convinha que a lei divina viesse em auxílio do homem não só naquelas coisas para as quais a razão é insuficiente, mas também naquelas em que a razão humana pode, porventura, ser impedida. Ora, a razão humana não podia errar no abstrato quanto aos princípios universais da lei natural; mas, por estar acostumada ao pecado, tornou-se obscurecida quanto às coisas a fazer em particular. Quanto aos outros preceitos morais, que são como conclusões tiradas dos princípios universais da lei natural, a razão de muitos homens errou, a ponto de julgar lícitas coisas que em si são más. Por isso foi necessária a autoridade da lei divina para livrar o homem de ambos esses defeitos. Assim, entre os artigos de fé, não só são expostas aquelas coisas a que a razão não pode alcançar, como a Trindade da Divindade, mas também aquelas a que a reta razão pode atingir, como a Unidade da Divindade, a fim de remover os múltiplos erros a que a razão está sujeita. **Resposta à objeção 3:** Como prova Agostinho (De Spiritu et Litera, XIV), também a letra da lei é dita ocasião de morte quanto aos preceitos morais; na medida em que, por assim dizer, prescreve o bem, sem fornecer o auxílio da graça para o seu cumprimento.

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 2 - Whether the Old Law contains moral precepts? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

**Objeção 1:** Parece que os preceitos morais da Antiga Lei justificavam o homem. Porque o Apóstolo diz (Rm 2,13): “Porque não os ouvintes da Lei são justos diante de Deus, mas os que praticam a Lei serão justificados.” Ora, os praticantes da Lei são os que cumprem os preceitos da Lei. Logo, o cumprimento dos preceitos da Lei era causa de justificação. **Objeção 2:** Além disso, está escrito (Lv 18,5): “Guardai as minhas leis e os meus juízos, os quais, fazendo-os o homem, viverá nelas.” Ora, a vida espiritual do homem é pela justiça. Logo, o cumprimento dos preceitos da Lei era causa de justificação. **Objeção 3:** Ademais, a lei divina é mais eficaz do que a lei humana. Ora, a lei humana justifica o homem, pois há uma espécie de justiça que consiste em cumprir os preceitos da lei. Logo, os preceitos da Lei justificavam o homem. **Ao contrário,** diz o Apóstolo (2 Cor 3,6): “A letra mata”; o que, segundo Agostinho (Do Espírito e da Letra, XIV), se refere também aos preceitos morais. Portanto, os preceitos morais não causavam a justiça. **Respondo que:** Assim como “saudável” se diz própria e primeiramente daquilo que possui a saúde, e secundariamente daquilo que é sinal ou preservativo da saúde, assim a justificação significa primeira e propriamente a causação da justiça; enquanto secundária e, por assim dizer, impropriamente, pode denotar um sinal de justiça ou uma disposição para ela. Se a justiça for tomada nestas duas últimas acepções, é evidente que ela era conferida pelos preceitos da Lei; na medida em que, a saber, dispunham os homens para a graça justificadora de Cristo, a qual também significavam, porque, como diz Agostinho (Contra Fausto, XXII,24), “até a vida daquele povo anunciava e prefigurava Cristo”. Mas se falamos da justificação propriamente dita, então devemos notar que se pode considerá-la como no hábito ou como no ato; de modo que, por conseguinte, a justificação pode ser tomada de dois modos. Primeiro, segundo o homem se torna justo, adquirindo o hábito da justiça; segundo, segundo ele faz obras de justiça, de modo que, nesta acepção, justificação não é senão a execução da justiça. Ora, a justiça, como as outras virtudes, pode denotar ou a virtude adquirida ou a virtude infusa, como é claro pelo que foi dito (q. 63, a. 4). A virtude adquirida é causada pelas obras; mas a virtude infusa é causada por Deus mesmo por sua graça. A última é a verdadeira justiça, da qual falamos agora, e em relação à qual se diz que o homem é justo diante de Deus, segundo Rm 4,2: “Se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.” Portanto, esta justiça não podia ser causada pelos preceitos morais, que versam sobre as ações humanas; por onde os preceitos morais não podiam justificar o homem causando a justiça. Se, por outro lado, entendermos por justificação a execução da justiça, então todos os preceitos da Lei justificavam o homem, mas de modos diversos. Porque os preceitos cerimoniais, tomados em conjunto, continham algo de justo em si mesmos, na medida em que visavam prestar culto a Deus; enquanto tomados individualmente continham o que é justo, não em si mesmo, mas por ser uma determinação da Lei divina. Por isso se diz destes preceitos que não justificavam o homem senão pela devoção e obediência daqueles que os cumpriam. Por outro lado, os preceitos morais e judiciais, tanto em geral como também em particular, continham o que é justo em si mesmo; mas os preceitos morais continham o que é justo em si mesmo segundo aquela “justiça geral” que é “toda a virtude”, conforme a Ética V,1; enquanto os preceitos judiciais pertenciam à “justiça particular”, que versa sobre os contratos concernentes ao modo de vida humano, entre um homem e outro. **Resposta à Objeção 1:** O Apóstolo toma a justificação pela execução da justiça. **Resposta à Objeção 2:** Diz-se que o homem que cumpria os preceitos da Lei vivia neles, porque não incorria na pena de morte que a Lei infligia aos seus transgressores; neste sentido, o Apóstolo cita esta passagem (Gl 3,12). **Resposta à Objeção 3:** Os preceitos da lei humana justificam o homem pela justiça adquirida; não é disto que agora inquirimos, mas tão somente daquela justiça que é diante de Deus.

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 12 - Whether the moral precepts of the Old Law justified man? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

**Objeção 1.** Parece que a Nova Lei não justifica. Porque ninguém é justificado senão obedecendo à lei de Deus, segundo Hb 5,9: «Ele», isto é, Cristo, «tornou-Se para todos os que Lhe obedecem causa de salvação eterna.» Ora, o Evangelho nem sempre faz que os homens creiam nele; pois está escrito (Rm 10,16): «Nem todos obedecem ao Evangelho.» Logo, a Nova Lei não justifica. **Objeção 2.** Demais, o Apóstolo prova na sua Epístola aos Romanos que a Antiga Lei não justificava, porque com o seu advento a transgressão aumentou; pois está dito (Rm 4,15): «A Lei obra a ira; porque onde não há lei, também não há transgressão.» Mas muito mais a Nova Lei aumentou a transgressão, pois aquele que peca depois da outorga da Nova Lei merece maior castigo, segundo Hb 10,28-29: «Quem anula a Lei de Moisés morre sem misericórdia, sob duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo, pensais vós, será julgado merecedor aquele que calcou aos pés o Filho de Deus?» etc. Logo, a Nova Lei, como a Antiga, não justifica. **Objeção 3.** Demais, a justificação é efeito próprio de Deus, segundo Rm 8,33: «Deus é o que justifica.» Ora, a Antiga Lei era de Deus, assim como a Nova Lei. Logo, a Nova Lei não justifica mais do que a Antiga. **Em contrário,** diz o Apóstolo (Rm 1,16): «Não me envergonho do Evangelho, pois é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.» Ora, não há salvação senão para os que são justificados. Logo, a Lei do Evangelho justifica. **Respondo.** Como foi dito acima (A[1]), há um duplo elemento na Lei do Evangelho. Há o elemento principal, a saber, a graça do Espírito Santo infundida interiormente; e quanto a este, a Nova Lei justifica. Donde diz Agostinho (De Spir. et Lit. XVII): «Ali», isto é, no Antigo Testamento, «a Lei foi exposta exteriormente, para que os ímpios temessem»; «aqui», isto é, no Novo Testamento, «é dada interiormente, para que sejam justificados.» O outro elemento da Lei Evangélica é secundário: a saber, os ensinamentos da fé e os mandamentos que dirigem as afeições humanas e as ações humanas; e quanto a este, a Nova Lei não justifica. Donde diz o Apóstolo (2Cor 3,6): «A letra mata, mas o espírito vivifica»; e Agostinho (De Spir. et Lit. XIV, XVII) explica que a letra designa qualquer escrito exterior ao homem, até mesmo os preceitos morais como os que estão contidos no Evangelho. Por onde, a letra, mesmo a do Evangelho, mataria, se não houvesse a presença interior da graça curativa da fé. **Resposta à objeção 1.** Este argumento é verdadeiro quanto à Nova Lei, não no seu elemento principal, mas no seu elemento secundário: isto é, quanto aos dogmas e preceitos expostos exteriormente ao homem, seja por palavras ou por escrito. **Resposta à objeção 2.** Embora a graça do Novo Testamento ajude o homem a evitar o pecado, todavia não confirma o homem no bem de modo que não possa pecar; pois isto pertence ao estado de glória. Por isso, se alguém peca depois de receber a graça do Novo Testamento, merece maior castigo, como ingrato por maiores benefícios e por não usar do auxílio que lhe foi dado. E é por isto que a Nova Lei não se diz «obrar ira»; porque, no que dela depende, dá ao homem suficiente auxílio para evitar o pecado. **Resposta à objeção 3.** Um mesmo Deus deu a Nova e a Antiga Lei, mas de modos diversos. Deu a Antiga Lei escrita em tábuas de pedra; mas deu a Nova Lei escrita «nas tábuas de carne do coração», como diz o Apóstolo (2Cor 3,3). Por onde, como diz Agostinho (De Spir. et Lit. XVIII), «o Apóstolo chama a esta letra que está escrita fora do homem, um ministério da morte e um ministério da condenação; à outra letra, porém, isto é, à Lei do Novo Testamento, chama ministério do espírito e ministério da justiça; porque pelo dom do Espírito praticamos a justiça e somos libertos da condenação devida à transgressão.»

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 2 - Whether the New Law justifies? · séc. XIII

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