Referência

2Cor 5, 1

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Trechos nesta página

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Comentários diretos

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Autores distintos

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Matos Soares

1Em realidade sabemos que, se a casa terrestre desta nossa morada for desfeita, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos humanas, que será eterna nos céus.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

1

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São John Chrysostom

Homília X. 2 Coríntios 5, 1 Porque sabemos que, se a casa terrestre deste tabernáculo for desfeita, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Outra vez excita o seu zelo, porque muitas provações se aproximavam. Pois era verosímil que eles, por causa da sua ausência, estivessem mais fracos a respeito disto [da necessidade]. Que diz, pois? Não se deve admirar que padeçamos aflição; nem vos confundais, porque até colhemos muitos ganhos com ela. E de alguns destes fez menção antes; por exemplo, que trazemos por toda a parte a mortificação de Jesus, e damos a maior prova do seu poder: porque diz: «para que a excelência do poder seja de Deus»; e exibimos uma prova clara da Ressurreição, pois, diz ele: «para que a vida de Jesus se manifeste na nossa car…

São John Chrysostom · Homilies on First Corinthians · Homily X · séc. V

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregory the Great

56. Mas, porque o bem-aventurado Jó está cheio do Espírito Santo da Eternidade, e porque a Eternidade não conhece nem o ter sido nem o haver de ser, para onde, como sabemos, nem as coisas passadas se vão, nem as futuras se aproximam, vendo todas as coisas no presente, pode ele, na presente inspiração do Espírito, ter os olhos fixos nos futuros pregadores da Igreja, os quais, quando deixam o corpo, são separados por nenhum intervalo de demora da herança da pátria celeste, como o foram os antigos pais. Porque, tão logo são separados dos laços da carne, entram no repouso na sua morada celeste, como Paulo testemunha, que diz: Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna nos céus. [2 Cor. 5,…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 56 · séc. VII

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São Gregory the Great

Pela designação de ‘homem’ também pode ser representada a vida da sorte carnal. E por isso Paulo diz: Porque, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois carnais? Logo após acrescenta: Não sois homens? Nesta vida, pois, ‘o homem nasce para o trabalho’, pois toda pessoa carnal, ao buscar obter coisas transitórias, sobrecarrega-se com o fardo dos seus desejos. Porque é trabalho duro buscar esta mesma glória da vida presente, às vezes alcançá-la tão buscada, e guardá-la com diligência quando alcançada. É trabalho duro, com infinitas dores, apoderar-se daquilo que aquele que se apoderar sabe que não pode permanecer por muito tempo. Mas os homens santos, porquanto não têm afeição pelas coisas transitórias, não só não são postos sob nenhum fardo de desejos temporais, mas ainda, se…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 16 · séc. VII

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que esta atmosfera não é o lugar de suplício dos demônios. Pois o demônio é uma natureza espiritual. Ora, a natureza espiritual não é afetada pelo lugar. Logo, não há lugar de suplício para os demônios. Objeção 2: Além disso, o pecado do homem não é mais grave que o dos demônios. Ora, o lugar de suplício do homem é o inferno. Muito mais, portanto, é o lugar de suplício dos demônios; e, consequentemente, não a atmosfera tenebrosa. Objeção 3: Além disso, os demônios são punidos com a pena de fogo. Ora, não há fogo na atmosfera tenebrosa. Logo, a atmosfera tenebrosa não é o lugar de suplício dos demônios. Em contrário, Agostinho diz (Gen. ad lit. iii, 10), que "a atmosfera tenebrosa é como uma prisão para os demônios até o dia do juízo". Respondo que os anjos, em sua pró…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · séc. XIII

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São Gregory the Great

Porque há quatro modos pelos quais a mente de um homem justo é fortemente afetada pela compunção: quando ou relembra os seus próprios pecados, e considera Onde Esteve ; ou quando, temendo a sentença dos juízos de Deus, e examinando a si mesmo, pensa Onde Estará ; ou quando, observando cuidadosamente os males desta vida presente, reflete com tristeza Onde Está ; ou quando contempla as bênçãos da sua pátria celestial, e, porque ainda não as goza, vê com pesar Onde Não Está . Paulo relembrara os seus pecados anteriores, e afligia-se a si mesmo pela visão do que fora, quando disse: Não sou digno de ser chamado Apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. [1 Cor 15, 9] Ainda, ponderando cuidadosamente a sentença divina, temia que fosse mau para ele em perspetiva, quando diz: Castigo o meu corpo,…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 41 · séc. VII

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São Gregory the Great

29. Mas o Criador destes mesmos espíritos veio a nós, e mostrou-Se como um homem, até inferior a eles, como dEle se diz ao Pai pelo Profeta: Tu o fizeste um pouco menor que os anjos. [Sl 8, 5] E porque achou entre estes mesmos espíritos e nós o tropeço de uma vida discordante, com maravilhoso poder, e com ainda mais maravilhosa bondade, criando a natureza superior, e tomando sobre Si a natureza inferior, uniu o altíssimo e o ínfimo juntamente. Donde é que, no nascimento deste mesmo Rei, as fileiras dos Anjos saem para anunciá-Lo, entoam um hino, e, vencida a discórdia da sua má conduta, reconhecem como concidadãos aqueles de quem antes desesperavam; proclamando com voz harmoniosa: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens de boa vontade. [Lc 2, 14] Como se dissessem claramente:…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 29 · séc. VII

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São Gregory the Great

4. Mas a Igreja dos Eleitos será então plenamente dia, quando a sombra do pecado não mais se mesclar com ela. Será então plenamente dia, quando tiver sido iluminada com o perfeito calor da luz interior. Será então plenamente dia, quando, não tolerando mais a sedutora lembrança dos seus pecados, esconder de si mesma até mesmo todos os resquícios das trevas. Donde também esta aurora é bem assinalada como ainda em progresso, quando se diz: E mostraste à aurora o seu lugar? Pois aquilo cujo lugar é assinalado está certamente sendo chamado de uma condição para outra. Pois o que é o lugar da aurora senão a perfeita claridade da visão eterna? E quando ela é conduzida e chega ali, já não tem nenhuma das trevas da noite passada. Mas agora, quando ainda suporta os incômodos das tentações, porque a I…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 4 · séc. VII

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