Remígio de Auxerre
Depois de feitas duas comparações, a das núpcias e a do pano cru, Ele acrescenta uma terceira a respeito dos odres: "Nem se deita vinho novo em odres velhos." Pelos odres velhos entende Ele os seus discípulos, que ainda não estavam perfeitamente renovados. O vinho novo é a plenitude do Espírito Santo e as profundezas dos celestiais mistérios, que os seus discípulos não podiam então suportar; mas depois da ressurreição tornaram-se como odres novos, e foram cheios de vinho novo quando receberam o Espírito Santo em seus corações. Donde também alguns disseram: "Estes homens estão cheios de vinho novo."
séc. X
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