Referência

Am 3, 6

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Trechos nesta página

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Autores distintos

1

Matos Soares

6Soará a trombeta (de guerra) numa cidade, sem que o povo se assuste? Acontecerá alguma calamidade numa cidade, que não seja por disposição do Senhor?

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o sumo bem, Deus, é a causa do mal. Pois está dito (Is 45,5.7): «Eu sou o Senhor, e não há outro Deus; eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal.» E Amós 3,6: «Porventura haverá mal na cidade, que o Senhor não tenha feito?» Objeção 2: Além disso, o efeito da causa secundária se reduz à causa primeira. Ora, o bem é a causa do mal, como se disse acima (A[1]). Logo, sendo Deus a causa de todo bem, como já se mostrou (Q[2], A[3]; Q[6], AA[1],4), segue-se que também todo mal vem de Deus. Objeção 3: Além disso, como diz o Filósofo (Fís. II, texto 30), a causa tanto da segurança como do perigo do navio é a mesma. Ora, Deus é a causa da segurança de todas as coisas. Logo, Ele é a causa de toda perdição e de todo mal. Ao contrário, diz Agostinho (QQ. 83, q. 2…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · séc. XIII

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Deus é causa do pecado. Pois o Apóstolo diz de alguns (Rm 1,28): “Deus os entregou a um sentimento réprobo, para fazerem o que não é direito”, e uma glosa comenta isto, dizendo que “Deus obra nos corações dos homens, inclinando suas vontades para o que quer, quer para o bem, quer para o mal”. Ora, o pecado consiste em fazer o que não é direito e em ter a vontade inclinada para o mal. Logo, Deus é para o homem causa do pecado. **Objeção 2:** Além disso, está escrito (Sb 14,11): “As criaturas de Deus se tornaram em abominação e uma tentação para as almas dos homens.” Mas uma tentação geralmente denota uma provocação ao pecado. Visto, portanto, que as criaturas foram feitas somente por Deus, como foi estabelecido na Primeira Parte, Questão 44, Artigo 1, parece que D…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 1 · séc. XIII

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Santo Tomás de Aquino

Objeta-se que Deus é causa do pecado. Porque o Apóstolo diz de alguns (Rom. 1,28): «Deus os entregou a um sentimento réprobo, para fazerem coisas que não convêm»; e uma glosa comenta isto dizendo que «Deus opera nos corações dos homens, inclinando suas vontades para tudo o que Ele quer, seja para o bem, seja para o mal». Ora, o pecado consiste em fazer o que não é reto e em ter uma vontade inclinada para o mal. Logo, Deus é para o homem causa do pecado. Além disso, está escrito (Sab. 14,11): «As criaturas de Deus se tornaram em abominação e em tentação para as almas dos homens.» Ora, a tentação geralmente denota uma provocação ao pecado. Visto que as criaturas foram feitas somente por Deus, como foi estabelecido na Primeira Parte, Q. 44, A. 1, parece que Deus é causa do pecado, provocando…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · séc. XIII

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