Referência

Cl 1, 24

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Autores distintos

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Matos Soares

24Eu, agora, me alegro nos sofrimentos por vós e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo, pelo seu corpo (místico), que é a Igreja,

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregory the Great

Percorremos estas particularidades assim brevemente consideradas segundo a letra da história; voltemos agora o nosso discurso ao sentido místico da alegoria. Mas, como, quando, no início desta obra, tratávamos da união entre a Cabeça e o Corpo, antepomos com ênfase veemente quão estreito era o vínculo de amor entre eles, porquanto tanto o Senhor ainda sofre muitas coisas pelo Seu Corpo, que somos todos nós, e o Seu Corpo, isto é, a Igreja, já se gloria na sua Cabeça, a saber, o Senhor, no céu; assim agora devemos expor os sofrimentos daquela Cabeça de tal modo que se manifeste quanto Ele também sofre no Seu Corpo. Pois, se as tormentas que suportamos não alcançassem a nossa Cabeça, nunca Ele clamaria do céu ao seu perseguidor em favor dos seus membros aflitos: Saulo, Saulo, por que me pers…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 25 · séc. VII

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que não é próprio de Cristo ser o Redentor, porque está escrito (Sl 30,6): «Vós me remistes, Senhor, Deus da verdade». Ora, ser o Senhor Deus da verdade pertence a toda a Trindade. Logo, não é próprio de Cristo. **Objeção 2.** Ademais, diz-se que redime aquele que paga o preço da redenção. Ora, Deus Pai deu o seu Filho em redenção pelos nossos pecados, como está escrito (Sl 110,9): «O Senhor enviou a redenção ao seu povo», sobre o que a glosa acrescenta: «isto é, Cristo, que dá redenção aos cativos». Portanto, não só Cristo, mas também o Pai nos redimiu. **Objeção 3.** Além disso, não só a Paixão de Cristo, mas também a dos outros santos concorreu para a nossa salvação, conforme Cl 1,24: «Agora me regozijo nos sofrimentos por vós, e completo o que falta das tribulaç…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 5 · séc. XIII

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São Gregory the Great

2. Mas, visto que os antigos pais, como árvores frutíferas, não são apenas formosos na aparência, mas também proveitosos pela sua fertilidade, a sua vida deve ser por nós considerada de tal modo que, quando admiramos o frescor da sua história, aprendamos também quão frutíferos são eles em alegoria, a fim de que, sendo agradável o cheiro das suas folhas, aprendamos também quão doce é o sabor dos seus frutos. Pois ninguém jamais possuiu a graça da adoção celestial senão aquele que a recebeu através do conhecimento do Unigênito. É justo, portanto, que Ele resplandeça na sua vida e nas suas palavras, Aquele que de tal modo os ilumina que eles possam merecer brilhar. Pois quando a luz de uma candeia é acesa nas trevas, a candeia, que faz com que outros objetos sejam vistos, é ela mesma vista pr…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 2 · séc. VII

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São Gregory the Great

Mas pela 'geada' ou 'gelo' pode também ser designada a adversidade desta vida presente, a qual, enquanto comprime os santos pela sua aspereza, os torna mais fortes. Pois, enquanto Deus Todo-Poderoso permite que sejamos exercitados com moléstias e nos conduz à condição de uma vida melhor pela intervenção da tristeza, Ele gera com maravilhosa sabedoria a geada e o gelo sobre o fruto vindouro; a fim de que cada um dos Eleitos suporte nesta vida presente, como que no inverno, as adversidades dos ventos e das geadas, e exiba depois, como na serenidade do verão, os frutos que aqui concebeu. Donde é dito pela voz do Esposo a toda alma que se apressa, após o turbilhão desta vida, para aquelas alegrias da eternidade: Levanta-te, apressa-te, Minha amada, Minha formosa, e vem. Porque o inverno já pas…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 65 · séc. VII

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São Gregory the Great

O Senhor tinha confiança na força deste rinoceronte; porque quanto mais o suportava infligindo-Lhe cruelmente sofrimentos, mais firmemente previa que ele suportaria adversidades por amor d'Ele. A quem também deixou os trabalhos que Ele mesmo havia suportado na carne; porque o conduziu, depois de convertido, até à imitação da Sua própria Paixão. Donde também é dito pelo mesmo rinoceronte: *Preencho o que falta das tribulações de Cristo na minha carne.* [Cl 1,24] Do qual ainda se acrescenta: *Confiarás tu que ele te traga de volta a tua semente, e que recolha a tua eira?* [19]

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 33 · séc. VII

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