Referência

Gn 20, 7

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Matos Soares

7Agora, pois, entrega a mulher a seu marido, porque ele é profeta, rogará por ti, e viverás; se, porém, não quiseres restitui-la, sabe que morrerás indubitàvelmente, tu e tudo o que é teu.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São João Crisóstomo

Mas por que não teria sido suficiente nomear um deles, só Davi, ou só Abraão? Porque a promessa havia sido feita a ambos de que Cristo nasceria da sua semente. A Abraão: «E na tua semente serão benditas todas as nações da terra.» [Gn 22,18] A Davi: «Do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono.» [Sl 137,11] Portanto, Ele chama Cristo Filho de ambos, para mostrar que n’Ele se cumpriu a promessa a ambos. Também porque Cristo havia de ter três dignidades: Rei, Profeta, Sacerdote; mas Abraão foi profeta e sacerdote; sacerdote, como Deus lhe diz no Gênesis: «Toma uma novilha;» [Gn 15,9] profeta, como o Senhor disse a Abimeleque acerca dele: «Ele é profeta, e orará por ti.» [Gn 20,7] Davi foi rei e profeta, mas não sacerdote. Assim Ele é expressamente chamado filho de ambos, para que a tríplice dignidade de seus pais fosse reconhecida por direito hereditário em Cristo.

séc. V

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Gn 20, 7 nos Padres da Igreja | Aurea