Referência

Gn 22, 12

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Autores distintos

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Matos Soares

12E (o anjo) disse-lhe: não estendas a tua mão sobre o menino, nem lhe faças mal algum; agora conheci que temes a Deus e não perdoaste a teu filho único por amor de mim.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 2:** Parece que a alma de Cristo não conhece todas as coisas no Verbo. Pois está escrito (Mc 13,32): «Porém daquele dia ou hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.» Logo, Ele não conhece todas as coisas no Verbo. **Objeção 2:** Além disso, quanto mais perfeitamente alguém conhece um princípio, tanto mais conhece no princípio. Mas Deus vê a sua Essência mais perfeitamente do que a alma de Cristo. Logo, Ele sabe mais do que a alma de Cristo sabe no Verbo. Portanto, a alma de Cristo não conhece todas as coisas no Verbo. **Objeção 3:** Ademais, a extensão depende do número de coisas conhecidas. Se, pois, a alma de Cristo conhecesse no Verbo tudo o que o Verbo conhece, seguir-se-ia que o conhecimento da alma de Cristo igualaria o conhecimento divino, isto é,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · séc. XIII

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o homem pode saber que tem a graça. Pois a graça, pela sua realidade física, está na alma. Ora, a alma tem um conhecimento certíssimo das coisas que estão nela pela sua realidade física, como aparece em Agostinho (Gen. ad lit. xii, 31). Logo, a graça pode ser conhecida certissimamente por quem tem a graça. **Objeção 2:** Ademais, assim como o conhecimento é um dom de Deus, assim também o é a graça. Mas quem recebe de Deus o conhecimento sabe que tem o conhecimento, conforme Sabedoria 7,17: O Senhor "me deu a verdadeira ciência das coisas que existem". Logo, com igual razão, quem recebe de Deus a graça sabe que tem a graça. **Objeção 3:** Ademais, a luz é mais cognoscível que as trevas, pois, segundo o Apóstolo (Efésios 5,13), "tudo o que se manifesta é luz". Ora…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 5 · séc. XIII

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São Gregory the Great

13. Por ‘chuva’ costumam ser designadas as palavras dos que pregam. Donde é dito por Moisés: Espere-se a minha doutrina como a chuva ; [Deut. 32, 2] cujas palavras, isto é, quando persuadem suavemente são ‘chuva’, mas quando trovejam coisas terríveis acerca do Juízo vindouro, são ‘tempestades sonoras’. E merece ser notado que ‘se faz um decreto para a chuva’, a fim de que ‘se abra um caminho para as tempestades sonoras’. Porque um decreto foi posto aos próprios pregadores, que cumpram vivendo o que se apressam a recomendar falando. Pois perde-se a autoridade do falar, quando a voz não é apoiada pela prática. Porque aqui é dito pelo Salmista: Mas ao ímpio diz Deus: Que tens tu para declarar os Meus estatutos, ou para tomares a Minha aliança na tua boca? Visto que aborreces a instrução, e la…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · séc. VII

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o homem pode saber que tem a graça. Porque a graça, pela sua realidade física, está na alma. Ora, a alma tem um conhecimento certíssimo daquelas coisas que estão nela pela sua realidade física, como aparece em Agostinho (Gên. ad lit. XII, 31). Logo, a graça pode ser conhecida certissimamente por quem tem a graça. Objeção 2: Além disso, assim como o conhecimento é um dom de Deus, também o é a graça. Ora, quem recebe de Deus o conhecimento, sabe que tem o conhecimento, segundo Sb 7,17: O Senhor «me deu a verdadeira ciência das coisas que existem.» Logo, pela mesma razão, quem recebe de Deus a graça, sabe que tem a graça. Objeção 3: Além disso, a luz é mais cognoscível do que as trevas, pois, segundo o Apóstolo (Ef 5,13), «tudo o que se manifesta é luz.» Ora, o pecado,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 5 · séc. XIII

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São Gregory the Great

«Deus conhecer» é dito para Ele nos fazer conhecer por um modo costumeiro do nosso falar, que falamos de «um dia feliz», pelo qual acontece que somos feitos felizes. Por isso o Senhor diz a Abraão: *Agora sei que temes a Deus* (Gn 22, 12). Pois não é que o Criador dos tempos algo aprendesse do tempo, mas o Seu conhecer é o proporcionar-nos o conhecimento pelo instante de cada caso particular emergindo. Mas quem é aí representado pelo nome de «balanças», senão o Mediador entre Deus e os homens? no Qual todos os nossos méritos são pesados com igual escala, e em cujos preceitos achamos o que temos a menos na nossa própria vida. Ora, somos pesados nestas balanças tantas vezes quantas somos incitados pelos exemplos da Sua vida. Assim, por isso está escrito: *Cristo também sofreu por nós, deixan…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 11 · séc. VII

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