Referência

Gn 3, 6

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

4

Autores distintos

2

Matos Soares

6Viu, pois, a mulher que (o fruto) do árvore era bom para comer, formoso aos olhos e desejável para alcançar a sabedoria, e tirou do fruto dela, e comeu: e deu a seu marido, que também comeu.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

4

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a soberba não foi o primeiro pecado do primeiro homem. Pois o Apóstolo diz (Rm 5,19) que «pela desobediência de um só homem, muitos foram constituídos pecadores». Ora, o primeiro pecado do primeiro homem é aquele pelo qual todos os homens se tornaram pecadores quanto ao pecado original. Logo, a desobediência, e não a soberba, foi o primeiro pecado do primeiro homem. **Objeção 2:** Ademais, Ambrósio, comentando Lc 4,3 – «E disse-lhe o demônio» –, afirma que o demônio, ao tentar a Cristo, observou a mesma ordem que usara para vencer o primeiro homem. Ora, Cristo foi tentado primeiro à gula, como se vê em Mt 4,3, onde lhe foi dito: «Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem pão». Logo, o primeiro pecado do primeiro homem não foi a soberba, mas a gul…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · séc. XIII

tradução automática

São Gregory the Great

4. Ora, porque a alma é invisível, de modo algum é afetada pela deleitabilidade das coisas corpóreas, exceto que, estando intimamente ligada ao corpo, tem os sentidos desse corpo como uma espécie de abertura para sair. Pois ver, ouvir, gustar, cheirar e tocar são como que caminhos da mente, pelos quais ela deve sair para fora e ir cobiçando as coisas que estão fora dos limites da sua substância. Pois por estes sentidos do corpo, como por uma espécie de janelas, a alma toma vista dos vários objetos exteriores, e, vendo-os, deseja-os. Porque daí diz Jeremias: *Porque a morte subiu pelas nossas janelas, e entrou nos nossos palácios* (Jr 9,21); pois ‘a morte sobe pelas janelas e entra no palácio’, quando a concupiscência, vindo pelos sentidos do corpo, entra na morada da mente. Ao contrário do…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 4 · séc. VII

tradução automática

São Gregory the Great

Porque a que chama Ele ‘brasas’, senão às mentes dos homens réprobos, acesas com desejos terrenos? Porque elas ardem quando buscam qualquer objeto temporal; sem dúvida porque as seus anelos, que não permitem que a sua mente esteja quieta e inteira [‘integrum’], as inflamam. O hálito do Leviatã, portanto, acende as brasas, tantas vezes quantas a sua secreta sugestão alicia as mentes dos homens para prazeres ilícitos. Porque inflama uns com os archotes da soberba, outros com os da inveja, outros com os da luxúria, outros com os da avareza. Porque aplicou deveras o archote da soberba à mente de Eva, quando a instigou a desprezar as palavras do mandamento do Senhor. [Gén. 3, 6] Acendeu a mente de Caim com a chama da inveja, quando se entristeceu por o sacrifício de seu irmão ter sido aceite, e…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 67 · séc. VII

tradução automática

São Gregory the Great

26. Pois pelo termo “ouro” na Sagrada Escritura entende-se ora o esplendor da Divindade, ora o resplendor da cidade celestial, ora a caridade, ora o brilho da glória secular, ora a beleza da santidade. Porque pelo nome de “ouro” se designa o íntimo esplendor da Divindade, como a aparência do Esposo é descrita no Cântico dos Cânticos: “A Sua cabeça é o ouro mais fino.” [Cant. 5, 11] Pois porque Deus é a Cabeça de Cristo, mas nos metais nada é mais brilhante que o ouro, a Cabeça do Esposo é dita ouro, porque a Sua Humanidade reina sobre nós a partir do esplendor da Sua Divindade. Novamente, pelo nome de “ouro” entende-se o esplendor da cidade celestial, como João testemunha que a viu, dizendo: “A própria cidade era de ouro puro, semelhante a vidro límpido.” [Apoc. 21, 18] Pois o ouro de que…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 26 · séc. VII

tradução automática