Referência

Sl 42, 2

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

2porque tu és, ó Deus, a minha fortaleza: por que me repeliste? Por que ando triste, sob a opressão do meu inimigo?

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

6

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

O caráter deste servo é revelado em seu procedimento, o qual assim é expresso pelo seu bom Senhor: a sua tirania, «e começará a espancar os seus conservos»; a sua sensualidade, «e a comer e beber com os ébrios». De sorte que, quando diz: «O meu Senhor demora em vir», não se há de supor que fala por desejo de ver ao Senhor, como era o desejo daquele que disse: «A minha alma tem sede do Deus vivo; quando virei?» [Sl 42,2] Isso mostra que ele se entristecia com a demora, pois o que se apressava a chegar parecia, ao seu ardente desejo, que vinha devagar.

Santo Agostinho · Ep. 199, 1 · séc. V

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São Gregory the Great

13. Porque 'o servo desejar a sombra' é, após o calor da provação e o suor do trabalho, buscar o frescor do repouso eterno. Essa sombra desejou aquele servo que disse: *A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando virei e aparecerei diante de Deus?* [Salmo 42,2] E ainda: *Ai de mim, que peregrino em Meseque* [Salmo 120,5]. Ele, como se, após duro trabalho, se retirasse do calor e buscasse uma cobertura para alcançar o frescor do descanso, diz novamente: *Pois entrarei no lugar do Tabernáculo maravilhoso, até a casa de Deus* [Salmo 42,4]. Paulo ansiava por alcançar esta 'sombra', *desejando partir e estar com Cristo* [Filipenses 1,23]. Esta sombra já haviam alcançado na plenitude do desejo dos seus corações aqueles que disseram: *Nós, que suportamos o peso e o calor do dia* [Mateus 2…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · séc. VII

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São Gregory the Great

Que outra coisa chama ele 'as pegadas de Deus', senão a benignidade da sua visitação? pelas quais somos estimulados a avançar para as coisas do alto, quando somos influenciados pela inspiração do seu Espírito e, sendo levados para fora do estreito âmbito da carne, pelo amor vemos e reconhecemos a semelhança do nosso Criador apresentada à nossa contemplação para que a sigamos. Pois, quando o amor da terra espiritual acende o coração, Ele, por assim dizer, dá conhecimento de um caminho às pessoas que o seguem, e uma espécie de pegada de Deus, enquanto Ele avança, é impressa no coração que lhe está sujeito, para que o caminho da vida seja guardado por ele nos retos andamentos dos pensamentos. Porque a Ele, a Quem ainda não vemos, resta-nos apenas segui-Lo pelas pegadas do seu amor, para que f…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · séc. VII

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São Gregory the Great

48. Mas que Povo está ‘em viagem’ neste mundo, senão aquele que, apressando-se para a herança dos Eleitos, bem sabe que tem sua pátria no mundo celeste, e espera que ali encontrará tanto mais o que lhe é próprio quanto mais aqui considera todas as coisas que passam como alheias a si? Assim, o ‘Povo peregrino’ é o número de todos os Eleitos, que, considerando esta vida como uma espécie de exílio para si, anseiam com todo o ímpeto do coração pela pátria superior; dos quais Paulo diz: *E confessaram que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. Porque os que tais coisas dizem, declaram claramente que buscam uma pátria*. [Heb. 11, 13. 14.] Deste estado peregrino também o mesmo Apóstolo estava padecendo quando disse: *Sabendo que, enquanto estamos em casa no corpo, andamos peregrinos longe…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 48 · séc. VII

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São Gregory the Great

O resto da mesa é o refrigério da saciedade interior; o qual se diz cheio de gordura, porque é exposto com o deleite do eterno prazer. O Profeta tinha fome dos banquetes desta mesa, quando dizia: *Saciarme-ei quando aparecer a tua glória.* [Sl. 17, 15] Tinha sede dos cálices desta mesa, quando dizia: *A minha alma tem sede do Deus vivo; quando virei e aparecerei diante de Deus?* [Sl. 42, 2] Eliú, portanto, desejando consolar os sofrimentos temporais do bem-aventurado Jó com uma compensação eterna, promete-lhe, como que gratuitamente, de si mesmo, o que lhe era justamente devido como seu merecimento, dizendo: *Mas o resto da tua mesa será cheio de gordura.* Segue-se: *Vers. 17. Mas a tua causa foi julgada como a causa dos ímpios; receberás a tua causa e o juízo.*

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 70 · séc. VII

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São Gregory the Great

4. Mas a Igreja dos Eleitos será então plenamente dia, quando a sombra do pecado não mais se mesclar com ela. Será então plenamente dia, quando tiver sido iluminada com o perfeito calor da luz interior. Será então plenamente dia, quando, não tolerando mais a sedutora lembrança dos seus pecados, esconder de si mesma até mesmo todos os resquícios das trevas. Donde também esta aurora é bem assinalada como ainda em progresso, quando se diz: E mostraste à aurora o seu lugar? Pois aquilo cujo lugar é assinalado está certamente sendo chamado de uma condição para outra. Pois o que é o lugar da aurora senão a perfeita claridade da visão eterna? E quando ela é conduzida e chega ali, já não tem nenhuma das trevas da noite passada. Mas agora, quando ainda suporta os incômodos das tentações, porque a I…

São Gregory the Great · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 4 · séc. VII

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