Referência

Rm 5, 19

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

1

Matos Soares

19Porque, assim como pela desobediência de um só homem, todos os outros se tornaram pecadores, assim pela obediência de um só, todos os outros virão a ser justos.

Matos Soares · domínio público

Levar para o chatEntre na conta para conversar com os Padres a partir deste versículo.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que Cristo não morreu por obediência. Porque a obediência se refere a um mandamento. Ora, não lemos que Cristo tenha sido mandado padecer. Logo, não padeceu por obediência. Objeção 2: Além disso, diz-se que um homem faz por obediência aquilo que faz por necessidade de preceito. Mas Cristo não padeceu necessariamente, senão voluntariamente. Logo, não padeceu por obediência. Objeção 3: Além disso, a caridade é virtude mais excelente que a obediência. Ora, lemos que Cristo padeceu por caridade, conforme Efésios 5,2: «Andai em caridade, como também Cristo nos amou, e se entregou a si mesmo por nós.» Logo, a Paixão de Cristo deve ser atribuída antes à caridade do que à obediência. Ao contrário, está escrito (Filipenses 2,8): «Fez-se obediente» ao Pai «até a morte.» Respond…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · séc. XIII

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a desobediência é o mais grave dos pecados. Pois está escrito (1 Rs 15,23): «Pois a rebelião é como o pecado da feitiçaria, e a recusa em obedecer é como o crime da idolatria.» Ora, a idolatria é o mais grave dos pecados, como se afirmou acima (Q[94], A[3]). Logo, a desobediência é o mais grave dos pecados. Objeção 2: Ademais, o pecado contra o Espírito Santo é aquele que remove os obstáculos do pecado, como se afirmou acima (Q[14], A[2]). Ora, a desobediência faz com que o homem despreze um preceito que, mais do que qualquer outra coisa, impede o homem de pecar. Logo, a desobediência é um pecado contra o Espírito Santo e, consequentemente, é o mais grave dos pecados. Objeção 3: Ademais, o Apóstolo diz (Rm 5,19) que «pela desobediência de um só homem, muitos foram c…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · séc. XIII

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a soberba não foi o primeiro pecado do primeiro homem. Pois o Apóstolo diz (Rm 5,19) que «pela desobediência de um só homem, muitos foram constituídos pecadores». Ora, o primeiro pecado do primeiro homem é aquele pelo qual todos os homens se tornaram pecadores quanto ao pecado original. Logo, a desobediência, e não a soberba, foi o primeiro pecado do primeiro homem. **Objeção 2:** Ademais, Ambrósio, comentando Lc 4,3 – «E disse-lhe o demônio» –, afirma que o demônio, ao tentar a Cristo, observou a mesma ordem que usara para vencer o primeiro homem. Ora, Cristo foi tentado primeiro à gula, como se vê em Mt 4,3, onde lhe foi dito: «Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem pão». Logo, o primeiro pecado do primeiro homem não foi a soberba, mas a gul…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · séc. XIII

tradução automática