Referência

Rm 6, 21

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

21Que fruto tirastes então daquelas coisas, de que agora vos envergonhais? (Nenhum), pois o fim delas é a morte (espiritual).

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

21. Que os ouvintes crentes foram congregados de vários modos de vida, verdade que é primeiro declarada geralmente pela menção das filhas, é depois apresentada diante de nós em pormenor pela especificação dos animais. Pois o que nos apresenta nas *sete mil ovelhas*, senão a perfeita inocência de alguns homens, que das pastagens da Lei vêm ao perfeito estado da graça? Que significa, por sua vez, os *três mil camelos*, senão a tortuosa deficiência dos gentios que vêm para a plenitude da fé. Ora, na Sagrada Escritura, ora o próprio Senhor é expresso pelo título de camelo, ora o povo gentio. Pois o Senhor é significado pelo nome de camelo, como quando é dito pelo mesmo Senhor aos judeus que se opunham a Ele: *que coais um mosquito e engolis um camelo* [Mt 23,24]. Porque o mosquito fere enquant…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 21 · séc. VII

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Santo Tomás de Aquino

Parece inconveniente distinguir seis espécies de pecado contra o Espírito Santo, a saber: desesperação, presunção, impenitência, obstinação, resistência à verdade conhecida, inveja do bem espiritual do irmão, as quais são assinaladas pelo Mestre (Sent. ii, D, 43). Pois negar a justiça ou a misericórdia de Deus pertence à incredulidade. Ora, pela desesperação o homem rejeita a misericórdia de Deus, e pela presunção, a Sua justiça. Portanto, cada uma destas é uma espécie de incredulidade, antes que de pecado contra o Espírito Santo. Além disso, a impenitência, ao que parece, diz respeito aos pecados passados, enquanto a obstinação, aos futuros. Ora, o tempo passado e o futuro não diversificam as espécies de virtudes ou vícios, pois é a mesma fé pela qual cremos que Cristo nasceu, e os antig…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · séc. XIII

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São Gregório Magno

32. Pois, porque o olho se perturba na sombra, por isso a perturbação da nossa mente na penitência é chamada *sombra*; pois assim como a sombra obscurece a luz do dia com uma massa de nuvens, assim a confusão cobre a mente de pensamentos turbados. Disto diz um sábio: *Há uma vergonha que é glória e graça* [Eclo. 4, 21]. Porque, quando, na penitência, recordamos as nossas más ações, imediatamente somos confundidos com pesar e tristeza; a multidão de pensamentos clama tumultuosamente no nosso peito; a tristeza nos desgasta, a ansiedade nos consome; a alma se volve em aflição, e, por assim dizer, escurecida com a sombra de uma espécie de nuvem. Ora, esta sombra de confusão oprimira para seu bem as mentes daqueles a quem Paulo disse: *Que fruto tínheis então naquelas coisas, das quais agora vo…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 32 · séc. VII

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São Gregório Magno

39. Mas bem se diz: *Até aqui virás, e não passarás adiante*. Porque há, sem dúvida, um limite do juízo secreto, tanto quando a tempestade da perseguição devia irromper, como quando devia cessar, para que, se não fosse despertada, não disciplinasse os Eleitos, ou, se desenfreada, os submergisse. Mas quando o conhecimento da fé chega até aos perseguidores, a inchação do mar perturbado se aplaca, e ali o mar quebra as suas ondas, porque, ao chegar ao conhecimento da verdade, envergonha-se de tudo que fez perversamente. Pois a onda quebrada, em verdade, recai sobre si mesma; porque a maldade, quando vencida, é acusada até pelo pensamento do seu próprio coração; e sofre, por assim dizer, a mesma violência que infligira, porque sente os aguilhões da culpa, pela depravação que cometera. Donde é…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 39 · séc. VII

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São Gregório Magno

38. Mas pelo nome de 'camelo' se expressa na Sagrada Escritura, às vezes, o Senhor, às vezes, o orgulho dos gentios, tortuoso, por assim dizer, com uma protuberância inchada do alto. Pois, como um camelo se curva por vontade própria para tomar as suas cargas, designa não inadequadamente a graça do nosso Redentor, que, dignando-se a tomar sobre Si o peso da nossa enfermidade, desceu por vontade própria da altura do Seu poder. Donde Ele também diz no Evangelho: *Tenho poder para largar a Minha vida, e tenho poder para tornar a tomá-la; e ninguém ma tira de Mim.* [Jo 10,18] Donde Ele também diz ainda: *É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, do que um rico entrar no reino dos céus.* [Mt 19,24] Pois que quer Ele significar pelo nome 'rico', senão qualquer pessoa soberba; que qu…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 38 · séc. VII

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