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Rm 7, 19

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Matos Soares

19Porque eu não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero.

Matos Soares · domínio público

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Santo Thomas Aquinas

Objeção 1: Pareceria que a vontade é movida necessariamente por uma paixão do apetite inferior. Pois o Apóstolo diz (Rm 7,19): "Não faço o bem que quero; mas o mal que não quero, esse faço"; e isto é dito por causa da concupiscência, que é uma paixão. Logo, a vontade é movida necessariamente por uma paixão. Objeção 2: Ademais, como se afirma na Ética, iii, 5, "conforme é o homem, assim lhe parece o fim". Mas não está no poder do homem afastar uma paixão uma vez presente. Logo, não está no poder do homem não querer aquilo para que a paixão o inclina. Objeção 3: Ademais, uma causa universal não é aplicada a um efeito particular senão por meio de uma causa particular; por isso a razão universal não move senão por meio de uma estimativa particular, como se afirma em Sobre a Alma, iii, 11. Ora, como a razão universal está para a estimativa particular, assim a vontade está para o apetite sensitivo. Portanto, a vontade não é movida a querer algo particular senão através do apetite sensitivo. Portanto, se o apetite sensitivo estiver disposto a algo, por causa de uma paixão, a vontade não pode mover-se em sentido contrário. Ao contrário, está escrito (Gn 4,7): "Debaixo de ti estará o teu desejo [Vulg.: 'desejo dele'] e tu dominarás sobre ele". Logo, a vontade do homem não é movida necessariamente pelo apetite inferior. Respondo que, como se disse acima (Q[9], A[2]), a paixão do apetite sensitivo move a vontade na medida em que a vontade é movida pelo seu objeto: isto é, na medida em que o homem, por estar disposto de tal e tal modo por uma paixão, julga algo como conveniente e bom, o que não julgaria assim não fosse a paixão. Ora, esta influência de uma paixão no homem ocorre de dois modos. Primeiro, de modo que sua razão fica totalmente atada, de modo que não tem o uso da razão: como acontece com aqueles que, por um violento acesso de ira ou concupiscência, se tornam furiosos ou insanos, assim como podem ficar por algum outro distúrbio corporal; pois tais paixões não ocorrem sem alguma mudança no corpo. E destes se deve dizer o mesmo que dos animais irracionais, que seguem necessariamente o impulso das suas paixões: pois neles não há movimento da razão, nem, consequentemente, da vontade. Às vezes, porém, a razão não é inteiramente absorvida pela paixão, de modo que o juízo da razão retém, em certa medida, sua liberdade; e assim o movimento da vontade permanece em certo grau. Por conseguinte, na medida em que a razão permanece livre e não sujeita à paixão, o movimento da vontade, que também permanece, não tende necessariamente àquilo para que a paixão o inclina. Consequentemente, ou não há movimento da vontade nesse homem, e só a paixão domina; ou, se há um movimento da vontade, não segue necessariamente a paixão. Resposta à objeção 1: Embora a vontade não possa impedir que surja o movimento da concupiscência, do qual o Apóstolo diz: "O mal que não quero, esse faço — isto é, desejo"; contudo, está no poder da vontade não querer desejar ou não consentir na concupiscência. E assim não segue necessariamente o movimento da concupiscência. Resposta à objeção 2: Como há no homem uma dupla natureza, intelectual e sensitiva; às vezes o homem é tal e tal uniformemente quanto a toda a sua alma: ou porque a parte sensitiva está totalmente sujeita a esta razão, como no virtuoso; ou porque a razão está inteiramente absorvida pela paixão, como no louco. Mas às vezes, embora a razão esteja obscurecida pela paixão, algo desta razão permanece livre. E quanto a isto, o homem pode ou repelir inteiramente a paixão, ou pelo menos conter-se de modo a não ser levado pela paixão. Pois, quando assim disposto, como o homem é disposto de modo diferente segundo as diferentes partes da alma, uma coisa aparece-lhe de modo diferente segundo a sua razão do que segundo uma paixão. Resposta à objeção 3: A vontade é movida não só pelo bem universal apreendido pela razão, mas também pelo bem apreendido pelos sentidos. Pelo que pode ser movida a algum bem particular independentemente de uma paixão do apetite sensitivo. Pois queremos e fazemos muitas coisas sem paixão, e só pela escolha; como é evidentíssimo naqueles casos em que a razão resiste à paixão.

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 3 - Whether the will is moved, of necessity, by the lower appetite? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

Parece que não pode haver pecado na sensualidade. Pois o pecado é próprio do homem, que é louvado ou censurado por suas ações. Ora, a sensualidade é comum a nós e aos animais irracionais. Logo, o pecado não pode estar na sensualidade. Além disso, "ninguém peca no que não pode evitar", como afirma Agostinho (De Lib. Arb. iii, 18). Mas o homem não pode impedir que o movimento da sensualidade seja desordenado, pois "a sensualidade permanece sempre corrupta enquanto vivemos nesta vida mortal; por isso é significada pela serpente", como declara Agostinho (De Trin. xii, 12,13). Logo, o movimento desordenado da sensualidade não é pecado. Além disso, aquilo que o homem não faz por si mesmo não lhe é imputado como pecado. Ora, "só aquilo que fazemos com a deliberação da razão parece que nós mesmos o fazemos", como diz o Filósofo (Ethic. ix, 8). Logo, o movimento da sensualidade, que se dá sem a deliberação da razão, não é imputado ao homem como pecado. Ao contrário, está escrito (Rm 7,19): "Porque não faço o bem que quero; mas o mal que não quero, esse faço"; palavras que Agostinho explica (Contra Julian. iii, 26; De Verb. Apost. xii, 2,3) como referindo-se ao mal da concupiscência, que é claramente um movimento da sensualidade. Logo, pode haver pecado na sensualidade. Respondo que, como foi dito acima (AA[2],3), o pecado pode encontrar-se em qualquer potência cujo ato possa ser voluntário e desordenado, pois nisso consiste a natureza do pecado. Ora, é evidente que o ato da sensualidade, ou apetite sensitivo, está naturalmente inclinado a ser movido pela vontade. Por conseguinte, segue-se que pode haver pecado na sensualidade. Embora algumas das potências da parte sensitiva sejam comuns a nós e aos animais irracionais, todavia, em nós, elas têm uma certa excelência por estarem unidas à razão; assim, excedemos os outros animais na parte sensitiva, na medida em que temos as potências de cogitação e reminiscência, como foi dito na Primeira Parte, Q. 78, A. 4. Do mesmo modo, o nosso apetite sensitivo supera o dos outros animais em razão de uma certa excelência que consiste na sua aptidão natural para obedecer à razão; e, sob esse aspecto, pode ser princípio de um ato voluntário e, consequentemente, sujeito de pecado. A contínua corrupção da sensualidade deve ser entendida como referindo-se ao "fomes", que nunca é completamente destruído nesta vida, pois, embora a mancha do pecado original desapareça, seu efeito permanece. Contudo, essa corrupção do "fomes" não impede o homem de usar sua vontade racional para refrear os movimentos desordenados individuais, se ele os pressentir, por exemplo, voltando seus pensamentos para outras coisas. Todavia, enquanto ele volta seus pensamentos para outra coisa, pode surgir também um movimento desordenado acerca disso: assim, quando um homem, para evitar os movimentos da concupiscência, desvia seus pensamentos dos prazeres carnais para as considerações da ciência, às vezes surge um movimento imprevisto de vanglória. Consequentemente, o homem não pode evitar todos esses movimentos, por causa da referida corrupção; mas basta, para as condições de um pecado voluntário, que ele possa evitar cada um em particular. O homem não faz perfeitamente por si mesmo aquilo que faz sem a deliberação da razão, pois a parte principal do homem nada faz nisso; por isso, tal ato não é perfeitamente um ato humano; e, consequentemente, não pode ser um ato perfeito de virtude ou de pecado, mas é algo imperfeito desse gênero. Portanto, tal movimento da sensualidade que antecede a razão é um pecado venial, que é algo imperfeito no gênero de pecado.

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 3 - Whether there can be sin in the sensuality? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

Objeção 1: Parece que o homem não tem livre arbítrio. Pois quem tem livre arbítrio faz o que quer. Mas o homem não faz o que quer; porque está escrito (Rm 7,19): «Porque o bem que eu quero não faço, mas o mal que não quero, esse faço.» Logo, o homem não tem livre arbítrio. Objeção 2: Demais, quem tem livre arbítrio tem em seu poder querer ou não querer, fazer ou não fazer. Mas isto não está no poder do homem; porque está escrito (Rm 9,16): «Não é do que quer» — isto é, querer — «nem do que corre» — isto é, correr. Logo, o homem não tem livre arbítrio. Objeção 3: Demais, o que é livre «é causa de si mesmo», como diz o Filósofo (Metaf. i, 2). Logo, o que é movido por outro não é livre. Mas Deus move a vontade, porque está escrito (Pr 21,1): «O coração do rei está na mão do Senhor; ele o inclina para onde quer» e (Fl 2,13): «Deus é o que opera em vós o querer e o executar.» Portanto, o homem não tem livre arbítrio. Objeção 4: Demais, quem tem livre arbítrio é senhor de suas próprias ações. Mas o homem não é senhor de suas ações; porque está escrito (Jr 10,23): «O caminho do homem não é dele, nem está no poder do homem o dirigir os seus passos.» Logo, o homem não tem livre arbítrio. Objeção 5: Demais, o Filósofo diz (Ética iii, 5): «Segundo é cada um, tal lhe parece o fim.» Mas não está em nosso poder ser de uma ou outra qualidade; porque isto nos vem da natureza. Logo, é natural a nós seguir um fim particular, e portanto não somos livres ao fazê-lo. Pelo contrário, está escrito (Eclo 15,14): «Deus criou o homem desde o princípio, e o deixou na mão do seu próprio conselho»; e a glosa acrescenta: «isto é, do seu livre arbítrio.» Respondo que o homem tem livre arbítrio; de outra forma, conselhos, exortações, mandamentos, proibições, prêmios e castigos seriam em vão. Para tornar isto evidente, devemos observar que algumas coisas agem sem juízo, como a pedra se move para baixo; e de igual modo todas as coisas que carecem de conhecimento. E algumas agem por juízo, mas não por juízo livre, como os animais brutos. Pois a ovelha, vendo o lobo, julga que deve ser evitado, por um juízo natural e não livre, porque julga, não pela razão, mas pelo instinto natural. E o mesmo se deve dizer de qualquer juízo dos animais brutos. Mas o homem age por juízo, porque pela sua potência apreensiva julga que algo deve ser evitado ou buscado. Mas porque este juízo, no caso de algum ato particular, não procede do instinto natural, mas de algum ato de comparação da razão, por isso age por juízo livre e retém o poder de se inclinar para várias coisas. Pois a razão, nas matérias contingentes, pode seguir cursos opostos, como vemos nos silogismos dialéticos e argumentos retóricos. Ora, as operações particulares são contingentes, e portanto em tais matérias o juízo da razão pode seguir cursos opostos, e não é determinado a um. E porquanto o homem é racional, é necessário que tenha livre arbítrio. Resposta à Objeção 1: Como dissemos acima (Q[81], A[3], ad 2), o apetite sensitivo, embora obedeça à razão, todavia em um dado caso pode resistir desejando o que a razão proíbe. Este é, portanto, o bem que o homem não faz quando quer — isto é, «não desejar contra a razão», como diz Agostinho. Resposta à Objeção 2: Essas palavras do Apóstolo não devem ser tomadas como se o homem não quisesse ou não corresse por seu livre arbítrio, mas porque o livre arbítrio não é suficiente para isso a menos que seja movido e ajudado por Deus. Resposta à Objeção 3: O livre arbítrio é causa de seu próprio movimento, porque pelo seu livre arbítrio o homem move a si mesmo a agir. Mas não pertence necessariamente à liberdade que o que é livre seja a causa primeira de si mesmo, como também para que uma coisa seja causa de outra não precisa ser a causa primeira. Deus, portanto, é a causa primeira, que move as causas tanto naturais quanto voluntárias. E assim como movendo as causas naturais não impede que seus atos sejam naturais, assim movendo as causas voluntárias não priva suas ações de serem voluntárias; antes, é Ele a causa disto mesmo nelas; porque opera em cada coisa segundo a sua própria natureza. Resposta à Objeção 4: Diz-se que o «caminho do homem não é dele» na execução de sua escolha, na qual pode ser impedido, quer queira quer não. A própria escolha, todavia, está em nós, mas pressupõe o auxílio de Deus. Resposta à Objeção 5: A qualidade no homem é de dois tipos: natural e adventícia. Ora, a qualidade natural pode estar na parte intelectual, ou no corpo e suas potências. Portanto, pelo próprio fato de o homem ser tal em virtude de uma qualidade natural que está na parte intelectual, ele naturalmente deseja seu fim último, que é a felicidade. Esse desejo, na verdade, é um desejo natural, e não está sujeito ao livre arbítrio, como é claro pelo que dissemos acima (Q[82], AA[1],2). Mas por parte do corpo e suas potências, o homem pode ser tal em virtude de uma qualidade natural, na medida em que é de tal temperamento ou disposição devido a qualquer impressão produzida por causas corpóreas, que não podem afetar a parte intelectual, porquanto não é ato de um órgão corpóreo. E tal como o homem é em virtude de uma qualidade corpórea, tal também lhe parece o fim, porque de tal disposição o homem é inclinado a escolher ou rejeitar algo. Mas essas inclinações estão sujeitas ao juízo da razão, ao qual o apetite inferior obedece, como dissemos (Q[81], A[3]). Portanto, isso de modo algum prejudica o livre arbítrio. As qualidades adventícias são os hábitos e as paixões, em virtude dos quais o homem é inclinado a uma coisa mais do que a outra. E, todavia, mesmo essas inclinações estão sujeitas ao juízo da razão. Tais qualidades também estão sujeitas à razão, visto que está em nosso poder adquiri-las, seja causando-as ou dispondo-nos a elas, seja rejeitá-las. E assim não há nisto nada que seja contrário ao livre arbítrio.

Summa Theologiae — First Part · Article. 1 - Whether man has free-will? · séc. XIII

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Santo Thomas Aquinas

**Objecção 1:** Parece que a paixão escusa totalmente do pecado. Porque tudo o que torna um acto involuntário escusa totalmente do pecado. Ora, a concupiscência da carne, que é uma paixão, torna o acto involuntário, segundo Gálatas 5,17: «A carne milita contra o espírito... de sorte que não fazeis as coisas que quereis.» Logo, a paixão escusa totalmente do pecado. **Objecção 2:** Além disso, a paixão causa uma certa ignorância de uma matéria particular, como foi dito acima (A[2]; Q[76], A[3]). Ora, a ignorância de uma matéria particular escusa totalmente do pecado, como foi dito acima (Q[6], A[8]). Logo, a paixão escusa totalmente do pecado. **Objecção 3:** Demais, a doença da alma é mais grave que a doença do corpo. Ora, a doença corporal escusa totalmente do pecado, como no caso dos loucos. Muito mais, portanto, a paixão, que é uma doença da alma. **Pelo contrário,** O Apóstolo (Romanos 7,5) chama as paixões de «paixões dos pecados», por nenhuma outra razão senão porque causam pecado: o que não se daria se escusassem totalmente do pecado. Portanto, a paixão não escusa totalmente do pecado. **Respondo que:** Um acto que, no seu género, é mau, não pode ser escusado totalmente do pecado, a menos que seja tornado totalmente involuntário. Consequentemente, se a paixão for tal que torne o acto subsequente completamente involuntário, escusa inteiramente do pecado; caso contrário, não escusa inteiramente. Nesta matéria, dois pontos aparentemente devem ser observados: primeiro, que uma coisa pode ser voluntária ou «em si mesma», como quando a vontade tende directamente para ela; ou «em sua causa», quando a vontade tende para essa causa e não para o efeito; como se dá com quem se embriaga voluntariamente, pois nesse caso considera-se que faz voluntariamente tudo o que faz por estar embriagado. Segundo, devemos observar que uma coisa é dita voluntária «directa» ou «indirectamente»; directamente, se a vontade tende para ela; indirectamente, se a vontade podia tê-la impedido, mas não o fez. Portanto, devemos fazer uma distinção: porque uma paixão é por vezes tão forte que tira completamente o uso da razão, como no caso dos que enlouquecem por amor ou ira; e então, se tal paixão foi voluntária desde o princípio, o acto é considerado pecado, porque é voluntário em sua causa, como dissemos a respeito da embriaguez. Se, porém, a causa não for voluntária, mas natural, por exemplo, se alguém por enfermidade ou alguma causa semelhante cair em tal paixão que o prive do uso da razão, seu acto é tornado completamente involuntário, e ele é inteiramente escusado do pecado. Às vezes, porém, a paixão não é tal que tire completamente o uso da razão; então a razão pode afastar a paixão, voltando-se para outros pensamentos, ou pode impedi-la de ter seu pleno efeito; pois os membros não são postos em obra senão pelo consentimento da razão, como foi dito acima (Q[17], A[9]); pelo que tal paixão não escusa totalmente do pecado. **Resposta à objecção 1:** As palavras «de sorte que não fazeis as coisas que quereis» não se referem às obras exteriores, mas ao movimento interior da concupiscência; pois o homem desejaria nunca desejar o mal, no qual sentido devemos entender as palavras de Romanos 7,19: «O mal que não quero, esse faço.» Ou ainda podem referir-se à vontade precedente à paixão, como no caso dos incontinentes, que agem contra sua resolução por causa da concupiscência. **Resposta à objecção 2:** A ignorância particular que escusa totalmente é a ignorância de uma circunstância que o homem não pode conhecer mesmo após tomar as devidas precauções. Mas a paixão causa ignorância da lei em um caso particular, impedindo que o conhecimento universal seja aplicado a um acto particular, paixão essa que a razão pode afastar, como foi dito. **Resposta à objecção 3:** A doença corporal é involuntária; haveria, porém, comparação se fosse voluntária, como dissemos a respeito da embriaguez, que é uma espécie de doença corporal.

Summa Theologiae — First Part of the Second Part · Article. 7 - Whether passion excuses from sin altogether? · séc. XIII

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Rm 7, 19 nos Padres da Igreja | Aurea