Referência

Ct 6, 10

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Trechos nesta página

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Autores distintos

2

Matos Soares

10Eu desci ao jardim das nogueiras, para ver a vegetação do vale, para examinar se a vinha tinha lançado flor, se as romãs tinham florido.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

5

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Ou, a Igreja é o sol, a lua e as estrelas, a qual se diz: «Formosa como a lua, clara como o sol.» Então o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, [Cântico dos Cânticos 6:10] porque naquela fúria desgovernada dos ímpios perseguidores, a Igreja não será vista. «Então cairão as estrelas do céu, e as potestades do céu serão abaladas,» porque muitos, que pareciam resplandecer na graça de Deus, cederão aos seus perseguidores e cairão, e até os mais firmes crentes serão abalados. E estas coisas serão «depois da tribulação daqueles dias,» não porque acontecerão quando toda a perseguição tiver passado, mas porque a tribulação virá primeiro, para que a apostasia venha depois. E porque assim será durante todos aqueles dias, será «depois da tribulação daqueles dias,» contudo naqueles mesmos dias.

Santo Agostinho · Ep. 199, 39 · séc. V

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São Gregório Magno

19. Pois a aurora é título da Igreja, que se muda das trevas de seus pecados para a luz da justiça. E por isso o Esposo, admirando-a no Cântico dos Cânticos, diz: _Quem é esta que sobe como a aurora que se levanta?_ (Cânticos 6, 10). Porque, como a aurora, a Igreja dos Eleitos se levanta, na medida em que abandona as trevas da sua anterior iniquidade e se converte ao resplendor da nova luz. Portanto, naquela luz que se manifesta na vinda do Juiz rigoroso, o corpo do nosso inimigo, quando condenado, não vê nenhuma alvorada da aurora nascente; porque, quando o Juiz rigoroso vier, todo pecador, oprimido pela negrura dos seus próprios merecimentos, não sabe com que admirável esplendor a Santa Igreja se eleva para a luz interior do coração. Pois então a mente dos Eleitos é transportada ao alto,…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 19 · séc. VII

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São Gregório Magno

O Senhor 77. Porque os ímpios esperam a aflição dos justos e anseiam vê-los na angústia, e 'nas trevas escavam as casas', quando corrompem, com o pior modo de discurso, o coração dos inocentes, mas fracos, na ocasião da sua queda. Porém acontece comumente que, quando veem os bons num estado abatido, de súbito, por oculta disposição de Deus, algum justo que parecia estar derribado é sustentado por alguma parte do poder do mundo, e a prosperidade da vida presente lhe sorri, àquele que antes a escuridão da adversidade cobria. E essa mesma prosperidade daquele homem, quando os ímpios a veem, como foi dito, eles se perturbam. Porque logo se voltam para o próprio coração, trazem de novo diante do olho da mente tudo quanto se lembram de ter feito de mal, temem que cada hábito pecaminoso particula…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 77 · séc. VII

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São Gregório Magno

87. Porque são chamadas ‘tinturas puríssimas’ aqueles que são verdadeiramente humildes e verdadeiramente santos, os quais sabem que de si mesmos, na verdade, não têm a aparência de conquistas virtuosas, mas que a possuem por dom da graça acessória. Pois não seriam ‘tingidos’, se possuíssem a santidade por natureza. São, porém, ‘tinturas puríssimas’ porque guardam em si, com humildade, a graça superaduzida das virtudes que lhes foi concedida. Daí que é dito pela voz do Esposo acerca da Santa Igreja: *Quem é esta que sobe alvaiada?* [Cânt. 6,10] Porque a Santa Igreja não tem a vida celeste por natureza, mas, sobrevindo o Espírito e acrescentando-Se, é revestida da beleza dos dons, é descrita não como branca, mas como ‘alvaiada’. E nota: quando disse acima: *Nem se comparará às cores tingidas…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 87 · séc. VII

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São Gregório Magno

2. Vós entendeis, como eu. Pois a origem da Sua Divindade não tem antes nem depois. E, enquanto o Seu eterno ser é através de toda a eternidade, enquanto circunscreve tudo o que passa, encerra em Si as vazantes e as cheias dos tempos. Mas porque a origem da Sua Humanidade começou e findou, recebeu do tempo um antes e um depois. Mas porque, ao tomar sobre Si as sombras do nosso ser temporal, derramou sobre nós a luz da Sua eternidade, após este princípio que o Criador fez para Si no tempo, a aurora aprendeu justamente o seu próprio lugar sem tempo. Pois porque a aurora se volta das trevas para a luz, toda a Igreja dos Eleitos não é indevidamente designada pelo nome de aurora. Pois, enquanto é conduzida da noite da incredulidade para a luz da fé, é exposta ao esplendor do brilho celeste, com…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 2 · séc. VII

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