Referência

1Cor 1, 21

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

21De fato, como ante a sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus por meio da sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes por meio da loucura da pregação.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

54. Tendo os sábios caído da fé na verdade, com razão se faz também acréscimo acerca dos «insensatos»; porque, quando os fariseus e os doutores da lei desprezaram o Senhor, também a plebe do povo seguiu o exemplo da sua incredulidade, a qual, vendo-O homem, menosprezou os anúncios do Redentor do mundo. Pois, frequentemente, pelo título de insensatos são designados os que são pobres entre o povo comum; donde também diz Jeremias: «Por isso eu disse: Talvez estes são pobres e insensatos, que não conhecem o caminho do Senhor, nem o juízo do seu Deus.» [Jer. 5, 4] Mas, deixando os ricos e sábios do mundo, o nosso Redentor veio buscar os pobres e insensatos; donde se diz agora, como que para aumentar a dor: «Os insensatos Me desprezaram.» Como se dissesse em linguagem clara: «Até esses mesmos Me…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 54 · c. 540–604

tradução automática

São Gregório Magno

1. Nosso Senhor Jesus Cristo, porquanto é o Poder e a Sabedoria de Deus, nasce do Pai antes de todos os tempos, ou antes, porque nem começou, nem cessou de nascer, digamos mais verdadeiramente que sempre nasceu [‘natus’]. Contudo, não podemos dizer: sempre está nascendo [‘nascitur’], para que não pareça imperfeito. Mas para que seja designado tanto eterno como perfeito, digamos que sempre nasceu, de modo que ‘nascido’ se relacione à sua perfeição, e ‘sempre’ à sua eternidade. Para que, de algum modo, aquela Essência que é sem tempo possa ser descrita em palavras de tempo. Embora, ao chamá-Lo perfeito, nos afastemos muito da expressão da Sua verdade, visto que aquilo que não foi feito [‘factum’], não pode ser chamado perfeito [‘pertectum’]. E, contudo, o Senhor diz, condescendendo com as no…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 1 · c. 540–604

tradução automática