Referência

1Cor 10, 33

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

2

Matos Soares

33como também eu em tudo procuro agradar a todos, não buscando o meu proveito, mas o do maior número, para que sejam salvos.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Dizendo somente: "Para serdes vistos dos homens," sem nenhum acréscimo, parece ter proibido que façamos disto o fim das nossas ações. Pois o Apóstolo que declarou: "Se ainda agradasse aos homens, não seria servo de Cristo;" diz noutro lugar: "Eu agrado a todos em tudo." Isto fazia ele não para agradar aos homens, mas a Deus, para cujo amor deseja converter os corações dos homens, agradando-lhes. Como não havemos de pensar que falou absurdamente aquele que dissesse: Neste meu trabalho de buscar um navio, não é o navio que busco, mas a minha pátria.

Santo Agostinho · Serm. in Mont., ii, 1 · c. 354–430

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Parece que a prudência não se estende ao governo de muitos, mas apenas ao governo de si mesmo. Pois o Filósofo diz (Ética v, 1) que a virtude dirigida ao bem comum é a justiça. Ora, a prudência difere da justiça. Logo, a prudência não é dirigida ao bem comum. Além disso, parece ser prudente aquele que busca e faz o bem para si mesmo. Ora, aqueles que buscam o bem comum frequentemente negligenciam o seu próprio. Logo, não são prudentes. Além disso, a prudência é especificamente distinta da temperança e da fortaleza. Ora, a temperança e a fortaleza parecem estar relacionadas apenas ao bem próprio do homem. Logo, o mesmo se aplica à prudência. Ao contrário, Nosso Senhor disse (Mt 24,45): «Qual pensas tu que é o servo fiel e prudente [Douay: sábio], a quem o senhor constituiu sobre a sua fa…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 10 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a lisonja não é pecado. Pois a lisonja consiste em palavras de louvor oferecidas a outrem para lhe agradar. Ora, não é pecado louvar uma pessoa, segundo Provérbios 31,28: «Levantaram-se seus filhos, e chamaram-na bem-aventurada; seu marido, e louvou-a.» Além disso, não há mal em desejar agradar aos outros, segundo 1 Coríntios 10,33: «Eu... em tudo agrado a todos.» Logo, a lisonja não é pecado. Objeção 2: Além disso, o mal é contrário ao bem, e a censura ao louvor. Ora, não é pecado censurar o mal. Logo, também não é pecado louvar o bem, o que parece pertencer à lisonja. Portanto, a lisonja não é pecado. Objeção 3: Além disso, a detração é contrária à lisonja. Por isso Gregório diz (Moral. XXII, 5) que a detração é um remédio contra a lisonja. «Deve-se observar», diz…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática