Referência

1Cor 12, 23

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Autores distintos

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Matos Soares

23e os que temos por mais vis membros do corpo, a esses cobrimos com mais decoro; e os que em nós são menos honestos, os recatamos com maior decência.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Parece que o honesto não é o mesmo que o belo. Porque a noção de honesto deriva do apetite, visto que o honesto é "o que é desejável por si mesmo" (Cícero, *De Invent. Rhet.* ii, 53). Mas o belo diz respeito antes à faculdade da visão, à qual agrada. Logo, o belo não é o mesmo que o honesto. Além disso, a beleza requer uma certa claridade, que é própria da glória; enquanto o honesto diz respeito à honra. Ora, como honra e glória diferem, conforme foi dito acima (q.103, a.1, ad 3), parece também que o honesto e o belo diferem. Além disso, a honestidade é o mesmo que a virtude, como foi dito acima (a.1). Mas uma certa beleza é contrária à virtude, pelo que está escrito (Ez 16,15): "Confiaste na tua beleza e te prostituíste por causa da tua fama." Logo, o honesto não é o mesmo que o belo.…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1.** Parece que a honestidade não deve ser considerada parte da temperança. Pois não é possível que uma mesma coisa seja parte e todo em relação ao mesmo. Ora, “a temperança é parte da honestidade”, segundo Cícero (*De Invent. Rhet.* ii, 53). Logo, a honestidade não é parte da temperança. **Objeção 2.** Além disso, está escrito (3 Esdras 3, 21): “O vinho... torna todos os pensamentos honestos.” Ora, o uso do vinho, sobretudo em excesso — sentido em que o texto citado parece dever ser entendido — pertence antes à intemperança do que à temperança. Portanto, a honestidade não é parte da temperança. **Objeção 3.** Além disso, o honesto é aquilo que é digno de honra. Ora, “são os justos e os valentes que recebem mais honra”, segundo o Filósofo (*Ret.* i, 9). Logo, a honestidade não…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

Portanto, deve-se manejar com arte admirável na pregação que aqueles que se tornam piores pela repreensão aberta possam, por certo abrandamento da repreensão, ser levados a um estado de salutar saúde. Donde também Paulo diz: E aqueles membros do corpo que temos por menos honrados, a esses rodeamos de mais abundante honra; e os que são menos decentes têm mais decência. Porque os que são decentes não têm necessidade. Pois, assim como há membros menos decentes no corpo, assim há pessoas dentro do seio da Santa Igreja, poderosas e insolentes, que, não admitindo ser feridas com aberta censura, são como que cobertas com o respeito de uma veste. Mas isto falamos das transgressões secretas dos poderosos; porque, quando pecam e outros o sabem, também devem ser repreendidos, e outros devem sabê-lo;…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 7 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o adorno das mulheres não está isento de pecado mortal. Pois tudo o que é contrário a um preceito da lei divina é pecado mortal. Ora, o adorno das mulheres é contrário a um preceito da lei divina; porque está escrito (1 Ped. 3:3): «Cujo adorno, isto é, das mulheres, não seja o exterior entrançado dos cabelos, ou o uso do ouro, ou o trajar de vestidos». Donde uma glosa de Cipriano diz: «Aqueles que se vestem de seda e púrpura não podem sinceramente revestir-se de Cristo; aqueles que se enfeitam com ouro e pérolas e jóias perderam os adornos da mente e do corpo». Ora, isto não se faz sem pecado mortal. Logo, o adorno das mulheres não pode estar isento de pecado mortal. **Objeção 2:** Ademais, Cipriano diz (De Habit. Virg.): «Opino que não somente as virgens e viúva…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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