Referência

1Cor 14, 40

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

40Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que o escândalo activo se pode dar nos perfeitos. Porque a paixão é efeito da acção. Ora, alguns são escandalizados passivamente pelas palavras ou actos dos perfeitos, segundo Mat. 15,12: «Sabes que os fariseus, ouvindo esta palavra, se escandalizaram?» Logo, o escândalo activo se pode dar nos perfeitos. Objecção 2: Além disso, Pedro, depois de receber o Espírito Santo, estava no estado dos perfeitos. Todavia, depois escandalizou os gentios; pois está escrito (Gál. 2,14): «Quando vi que não andavam rectamente segundo a verdade do Evangelho, disse a Cefas», isto é, Pedro, «diante de todos: Se tu, sendo judeu, vives como gentio e não como judeu, como obrigas os gentios a viver como judeus?» Portanto, o escândalo activo pode dar-se nos perfeitos. Objecção 3: Ademais, o es…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Parece que a honestidade não é o mesmo que a virtude. Pois Túlio diz (De Invent. Rhet. ii, 53) que «o honesto é o que é desejado por si mesmo». Ora, a virtude é desejada, não por si mesma, mas por causa da felicidade, porque o Filósofo diz (Ética i, 9) que «a felicidade é o prémio e o fim da virtude». Logo, a honestidade não é o mesmo que a virtude. Além disso, segundo Isidoro (Etim. x) «honestidade significa um estado honroso». Ora, a honra é devida a muitas coisas além da virtude, pois «é o louvor que é o devido próprio da virtude» (Ética i, 12). Logo, a honestidade não é o mesmo que a virtude. Além disso, a «principal parte da virtude é a escolha interior», como diz o Filósofo (Ética viii, 13). Mas a honestidade parece pertencer antes à conduta exterior, segundo 1 Coríntios 14,40: «Fa…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática