Referência

1Cor 15, 41

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Autores distintos

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Matos Soares

41uma é a claridade do sol, outra a claridade da lua, outra a claridade das estrelas. E ainda há diferença de estrela para estrela em claridade.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que Cristo não teve um corpo carnal ou terreno, mas sim um corpo celeste. Pois o Apóstolo diz (1 Coríntios 15:41): «O primeiro homem, da terra, terreno; o segundo homem, do céu, celeste.» Ora, o primeiro homem, isto é, Adão, era da terra quanto ao corpo, como é claro em Gênesis 1. Logo, o segundo homem, isto é, Cristo, era do céu quanto ao corpo. Objeção 2: Além disso, está escrito (1 Coríntios 15:50): «A carne e o sangue não podem possuir o reino de Deus.» Ora, o reino de Deus está principalmente em Cristo. Logo, não há carne nem sangue n'Ele, mas antes um corpo celeste. Objeção 3: Além disso, o que é melhor deve ser atribuído a Deus. Ora, de todos os corpos, o celeste é o melhor. Logo, convinha que Cristo assumisse tal corpo. Ao contrário, o Senhor diz (Lucas 24:39):…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que dos que veem a essência de Deus, um não a vê mais perfeitamente que outro. Porquanto está escrito (1 Jo 3,2): «Vê-Lo-emos como Ele é.» Mas Ele é de um só modo. Logo, será visto por todos de um só modo; e portanto não será visto mais perfeitamente por um e menos perfeitamente por outro. Objeção 2: Ademais, Agostinho diz (Octog. Tri. Quaest., q. xxxii): «Uma pessoa não pode ver uma mesma coisa mais perfeitamente que outra.» Ora, todos os que veem a essência de Deus compreendem a divina essência, pois Deus é visto pelo intelecto e não pelos sentidos, como se mostrou acima (A[3]). Logo, dos que veem a divina essência, um não a vê mais claramente que outro. Objeção 3: Ademais, que algo seja visto mais perfeitamente que outro pode dar-se de dois modos: ou da parte do obje…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que Deus é a beatitude de cada um dos bem-aventurados. Pois Deus é o sumo bem, como foi dito acima (Q. 6, aa. 2,4). Mas é completamente impossível que haja muitos sumos bens, como também é claro pelo que foi dito acima (Q. 11, a. 3). Logo, sendo da essência da beatitude que seja o sumo bem, parece que a beatitude não é outra coisa senão o próprio Deus. Objeção 2: Ademais, a beatitude é o fim último da natureza racional. Ora, ser o fim último da natureza racional pertence somente a Deus. Logo, a beatitude de todo bem-aventurado é só Deus. Em contrário, a beatitude de um é maior do que a de outro, segundo 1 Cor. 15:41: "Uma estrela difere de outra estrela na glória". Ora, nada é maior do que Deus. Logo, a beatitude é algo diferente de Deus. Respondo que a beatitude de um…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

22. Que é significado pela ‘lua’ senão a Igreja toda junta? que pelas ‘estrelas’ senão as almas das várias pessoas que vivem retamente? as quais, entre as práticas dos homens maus, enquanto são conspicuas por raras virtudes, como que resplandecem nas trevas da noite. Donde também é dito por Paulo aos discípulos: Entre os quais resplandeceis como luzeiros no mundo. [Fil. 2, 15] Pois que a Santa Igreja é representada pela designação de ‘lua’, testemunha o Profeta, dizendo: O sol foi levantado, e a lua permaneceu na sua ordem. [Hab. 3, 11] Porque ‘levantado o sol, a lua é estabelecida na sua ordem’, isto é, subindo o nosso Senhor aos céus, logo a Santa Igreja é fortalecida na função autoritativa da pregação. E que pelo título de ‘estrelas’ são representados os Eleitos, Paulo nos informa novam…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 22 · c. 540–604

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São Gregório Magno

46. Porque, então, pelo mérito dos perfeitos se diz que são formosas; mas, como tipo dos imperfeitos, também recebem, como se fossem fracas, uma herança entre seus irmãos. Pois o costume de vida nos tempos antigos não admitia que as fêmeas obtivessem herança entre os machos, porque a severidade da Lei, escolhendo os fortes e desprezando os fracos, se esforçava por sancionar o que era rigoroso em vez do que era misericordioso. Mas, com a vinda do nosso gracioso Redentor, ninguém que está consciente da sua infirmidade desespere de obter a herança do patrimônio celeste. Pois nosso Pai concedeu também às mulheres o direito de sucessão entre os machos, porque, entre os fortes e perfeitos, admite os fracos e humildes à sorte da herança celeste. Donde a própria Verdade diz no Evangelho: “Na casa…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 46 · c. 540–604

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