Referência

1Cor 2, 10

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

9

Autores distintos

2

Matos Soares

10a nós, porém, Deus revelou-o por meio do seu Espírito, visto que o Espírito tudo penetra, mesmo as profundezas de Deus.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

9

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que pela graça não se obtém um conhecimento mais elevado de Deus do que pela razão natural. Porque Dionísio diz (Teologia Mística, cap. I) que quem nesta vida está mais unido a Deus, está unido a Ele como a alguém inteiramente desconhecido. Diz o mesmo de Moisés, o qual, todavia, obteve certa excelência pelo conhecimento conferido pela graça. Ora, estar unido a Deus ignorando d’Ele “o que Ele é” também se dá pela razão natural. Logo, Deus não nos é mais conhecido pela graça do que pela razão natural. **Objeção 2:** Ademais, só podemos adquirir o conhecimento das coisas divinas pela razão natural mediante a imaginação; e o mesmo se aplica ao conhecimento dado pela graça. Pois Dionísio diz (Hierarquia Celeste, cap. I) que “é impossível que o raio divino brilhe sobre nó…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 13 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o amor não causa a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Pois aquilo que está em outro é contido nele. Mas o mesmo não pode ser continente e conteúdo. Logo, o amor não pode causar a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Objeção 2: Ademais, nada pode penetrar no interior de um todo senão mediante a divisão do todo. Mas é função da razão, não do apetite onde reside o amor, dividir as coisas que são realmente unidas. Portanto, a mútua inabitação não é efeito do amor. Objeção 3: Ademais, se o amor implica que o amante esteja no amado e vice-versa, segue-se que o amado está unido ao amante do mesmo modo que o amante está unido ao amado. Ora, a união mesma é o amor, como acima se afirmou (A[1]). Logo, segue-se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a sabedoria não deve ser contada entre os dons do Espírito Santo. Pois os dons são mais perfeitos que as virtudes, como se afirmou acima (I-II, Q. 68, A. 8). Ora, a virtude é dirigida somente ao bem, razão pela qual Agostinho diz (De Livre Arbítrio, II, 19) que "ninguém faz mau uso das virtudes". Muito mais, portanto, os dons do Espírito Santo são dirigidos somente ao bem. Mas a sabedoria também se dirige ao mal, pois está escrito (Tiago 3,15) que certa sabedoria é "terrena, animal, diabólica". Logo, a sabedoria não deve ser contada entre os dons do Espírito Santo. Objeção 2: Ademais, segundo Agostinho (De Trindade, XII, 14), "a sabedoria é o conhecimento das coisas divinas". Ora, o conhecimento das coisas divinas que o homem pode adquirir por suas dotações naturais…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os anjos conhecem os mistérios da graça. Pois o mistério da Encarnação é o mais excelente de todos os mistérios. Mas os anjos o conheceram desde o princípio; porque Agostinho diz (Gen. ad lit. V, 19): "Este mistério esteve escondido em Deus desde os séculos, contudo de tal modo que era conhecido dos príncipes e potestades nos lugares celestiais." E o Apóstolo diz (1 Tim. 3,16): "Esse grande mistério da piedade apareceu aos anjos." [*Vulg.: 'Grande é o mistério da piedade, o qual... foi visto dos anjos.'] Logo, os anjos conhecem os mistérios da graça. Objeção 2: Além disso, as razões de todos os mistérios da graça estão contidas na sabedoria divina. Mas os anjos contemplam a sabedoria de Deus, que é a Sua essência. Logo, conhecem os mistérios da graça. Objeção 3: Alé…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a Ressurreição de Cristo devia ter sido manifestada a todos. Porque, assim como uma pena pública é devida pelo pecado público, segundo 1 Tm 5,20: “Aos que pecam, repreende diante de todos”, assim também uma recompensa pública é devida pelo mérito público. Mas, como diz Agostinho (Trat. civ sobre João), “a glória da Ressurreição é a recompensa da humildade da Paixão”. Logo, visto que a Paixão de Cristo foi manifestada a todos, enquanto Ele padecia em público, parece que a glória da Ressurreição devia ter sido manifestada a todos. **Objeção 2:** Além disso, assim como a Paixão de Cristo é ordenada para a nossa salvação, também o é a sua Ressurreição, segundo Rm 4,25: “Ressuscitou para a nossa justificação.” Ora, o que pertence ao bem comum deve ser manifestado a to…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o homem pode saber que tem a graça. Pois a graça, pela sua realidade física, está na alma. Ora, a alma tem um conhecimento certíssimo das coisas que estão nela pela sua realidade física, como aparece em Agostinho (Gen. ad lit. xii, 31). Logo, a graça pode ser conhecida certissimamente por quem tem a graça. **Objeção 2:** Ademais, assim como o conhecimento é um dom de Deus, assim também o é a graça. Mas quem recebe de Deus o conhecimento sabe que tem o conhecimento, conforme Sabedoria 7,17: O Senhor "me deu a verdadeira ciência das coisas que existem". Logo, com igual razão, quem recebe de Deus a graça sabe que tem a graça. **Objeção 3:** Ademais, a luz é mais cognoscível que as trevas, pois, segundo o Apóstolo (Efésios 5,13), "tudo o que se manifesta é luz". Ora…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria que o amor não causa a mútua inabitação, de modo que o amante esteja no amado e vice-versa. Pois aquilo que está em outro é contido por ele. Ora, o mesmo não pode ser continente e conteúdo. Logo, o amor não pode causar a mútua inabitação, de sorte que o amante esteja no amado e vice-versa. **Objeção 2:** Ademais, nada pode penetrar no interior de um todo senão mediante uma divisão do todo. Ora, é função da razão, não do apetite onde reside o amor, dividir as coisas que estão realmente unidas. Portanto, a mútua inabitação não é efeito do amor. **Objeção 3:** Ademais, se o amor implica que o amante esteja no amado e vice-versa, segue-se que o amado está unido ao amante do mesmo modo que o amante está unido ao amado. Ora, a união mesma é o amor, como acima se afirmo…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

São Gregório Magno

Mas quando falamos de nos aproximarmos da sua luz, ocorre à mente aquilo que Paulo diz: «Que habita na luz inacessível; a quem nenhum homem viu, nem pode ver.» E outra vez, ouço o que diz o Salmista: «Chegai-vos a ele, e sereis iluminados.» Como então, aproximando-nos, somos iluminados, se não vemos a própria Luz pela qual podemos ser iluminados? Mas se, aproximando-nos dele, vemos a própria Luz pela qual somos iluminados, como é ela declarada inacessível? Onde merece ser considerado que ele a chamou inacessível, mas a todo homem que cogita as coisas dos homens. Porquanto a Sagrada Escritura costuma designar todos os seguidores das coisas carnais com o nome de «homens». Donde o mesmo Apóstolo diz a certas pessoas em contenda: «Porque havendo entre vós inveja, e contenda, e divisões, porven…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 92 · c. 540–604

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o homem pode saber que tem a graça. Porque a graça, pela sua realidade física, está na alma. Ora, a alma tem um conhecimento certíssimo daquelas coisas que estão nela pela sua realidade física, como aparece em Agostinho (Gên. ad lit. XII, 31). Logo, a graça pode ser conhecida certissimamente por quem tem a graça. Objeção 2: Além disso, assim como o conhecimento é um dom de Deus, também o é a graça. Ora, quem recebe de Deus o conhecimento, sabe que tem o conhecimento, segundo Sb 7,17: O Senhor «me deu a verdadeira ciência das coisas que existem.» Logo, pela mesma razão, quem recebe de Deus a graça, sabe que tem a graça. Objeção 3: Além disso, a luz é mais cognoscível do que as trevas, pois, segundo o Apóstolo (Ef 5,13), «tudo o que se manifesta é luz.» Ora, o pecado,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

tradução automática