Referência

1Cor 2, 14

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Autores distintos

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Matos Soares

14O homem natural não percebe aquelas coisas que são do Espírito de Deus, porque, para ele, são uma estultícia, e não as pode entender, pois elas ponderam-se espiritualmente.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a estultícia não é pecado. Pois nenhum pecado surge em nós da natureza. Mas alguns são estultos por natureza. Logo, a estultícia não é pecado. Objeção 2: Ademais, "Todo pecado é voluntário", segundo Agostinho (De Vera Relig. xiv). Ora, a estultícia não é voluntária. Logo, não é pecado. Objeção 3: Ademais, todo pecado é contrário a um preceito divino. Ora, a estultícia não é contrária a nenhum preceito. Logo, a estultícia não é pecado. Em contrário, está escrito (Pr 1,32): "A prosperidade dos estultos os destruirá." Ora, ninguém é destruído senão por causa do pecado. Logo, a estultícia é pecado. Respondo que, a estultícia, como foi dito acima (A[1]), denota obtusidade do sentido no julgar, e principalmente quanto à causa altíssima, que é o fim último e o sumo bem.…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objecção 1:** Parece que Cristo não devia ter aparecido aos discípulos "sob outra figura". Porque uma coisa não pode aparecer em verdade diversa do que é. Ora, em Cristo havia apenas uma figura. Logo, se Ele apareceu sob outra, não foi uma verdadeira, mas uma falsa aparição. Ora, isto não é de modo algum conveniente, porque, como diz Agostinho (QQ. lxxxiii, qu. 14): "Se Ele engana, não é a Verdade; contudo, Cristo é a Verdade." Consequentemente, parece que Cristo não devia ter aparecido aos discípulos "sob outra figura". **Objecção 2:** Demais. Nada pode aparecer sob figura diversa da que tem, a não ser que os olhos do espectador sejam enganados por algumas ilusões. Ora, como tais ilusões são produzidas por artes mágicas, são indignas de Cristo, segundo o que está escrito (2 Cor. 6,15):…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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