Referência

1Cor 4, 3

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Trechos nesta página

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Comentários diretos

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Autores distintos

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Matos Soares

3Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou em juízo humano, pois nem sequer me julgo a mim próprio.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

1

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São João Crisóstomo

Mas para mim é coisa mui pequena ser julgado de vós, nem tampouco do julgamento humano; aliás, nem a mim mesmo me julgo. Porque nada sei contra mim; contudo nem por isto sou justificado; mas aquele que me julga é o Senhor. Juntamente com todos os outros males, não sei como, sobrevindo à natureza humana se apresenta a enfermidade de uma curiosidade irrequieta e inoportuna, a qual o próprio Cristo repreendeu, dizendo: "Não julgueis, para que não sejais julgados." Coisa alguma que não tem prazer como têm os outros pecados, mas somente castigo e vingança. Porque ainda que estejamos repletos de dez mil males, e levemos as "traves" nos nossos próprios olhos, nos tornamos investigadores escrupulosos das ofensas do próximo, que não são maiores que "palhetas." E assim sucedia a este respeito em Co…

São João Crisóstomo · Homilias sobre a Primeira Carta aos Coríntios · Homilia XI · c. 347–407

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

56. O que é denotado por “ossos” senão as obras fortes? Das quais também se diz pelo Profeta: *Ele guarda todos os seus ossos*. E muitas vezes acontece que as coisas que os homens fazem, eles as têm em alguma conta, porque não sabem quão agudo é o discernimento do Seu escrutínio interior; mas quando, transportados nas asas da contemplação, contemplam as coisas superiores, de certo modo derretem-se da segurança que sentiam na sua presunção, e tremem diante de Deus tanto mais quanto nem sequer consideram as suas excelências dignas do olhar escrutador d’Aquele que contemplam. Pois é por isso que aquele que tinha ganho terreno fazendo obras fortes, sendo elevado pelo Espírito, exclamou: *Todos os meus ossos dirão: Senhor, quem é semelhante a Ti?* Como se dissesse: “A minha carne está sem palav…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro V, Parágrafo LVI · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o homem pode saber que tem a graça. Pois a graça, pela sua realidade física, está na alma. Ora, a alma tem um conhecimento certíssimo das coisas que estão nela pela sua realidade física, como aparece em Agostinho (Gen. ad lit. xii, 31). Logo, a graça pode ser conhecida certissimamente por quem tem a graça. **Objeção 2:** Ademais, assim como o conhecimento é um dom de Deus, assim também o é a graça. Mas quem recebe de Deus o conhecimento sabe que tem o conhecimento, conforme Sabedoria 7,17: O Senhor "me deu a verdadeira ciência das coisas que existem". Logo, com igual razão, quem recebe de Deus a graça sabe que tem a graça. **Objeção 3:** Ademais, a luz é mais cognoscível que as trevas, pois, segundo o Apóstolo (Efésios 5,13), "tudo o que se manifesta é luz". Ora…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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1Cor 4, 3 nos Padres da Igreja | Aurea