Referência

1Cor 4, 7

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

4

Autores distintos

2

Matos Soares

7Porque, quem é que te distingue (declarando-te superior aos outros)? Que tens tu, que não recebesses? E, se o recebeste, porque te glorias, como se o não tiveras recebido?

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

4

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a ação humana de Cristo não pôde ser-lhe meritória. Porque, antes de sua morte, Cristo era compreensor, assim como agora o é. Ora, os compreensores não merecem, pois a caridade do compreensor pertence ao prêmio da beatitude, já que a fruição dela depende. Logo, não parece ser princípio de mérito, visto que mérito e prêmio não são a mesma coisa. Portanto, Cristo, antes de sua paixão, não mereceu, assim como agora não merece. **Objeção 2:** Ademais, ninguém merece aquilo que lhe é devido. Mas, porque Cristo é Filho de Deus por natureza, a herança eterna lhe é devida, a qual os outros homens merecem por suas obras. E, por conseguinte, Cristo, que desde o princípio era o Verbo de Deus, nada pôde merecer para si mesmo. **Objeção 3:** Ademais, aquele que possui o prin…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a vanglória é pecado mortal. Porque nada impede o galardão eterno senão o pecado mortal. Ora, a vanglória impede o galardão eterno; pois está escrito (Mt 6,1): «Guardai-vos de fazer a vossa justiça diante dos homens, para serdes vistos por eles; de outra sorte não tereis galardão de vosso Pai, que está nos céus.» Logo, a vanglória é pecado mortal. **Objeção 2:** Ademais, quem se apropria daquilo que é próprio de Deus peca mortalmente. Ora, desejando a vanglória, o homem apropria-se daquilo que é próprio de Deus. Porque está escrito (Is 42,8): «Eu não darei a minha glória a outrem», e (1 Tm 1,17): «Ao único Deus seja honra e glória.» Logo, a vanglória é pecado mortal. **Objeção 3:** Ademais, aparentemente é pecado mortal aquilo que é mais perigoso e nocivo. Ora,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

tradução automática

São Gregório Magno

20. Pois pela ‘mão’ se denota o agir, e pela ‘boca’ o falar; como quando é dito por Salomão: O preguiçoso esconde a sua mão no seio, e é-lhe trabalho trazê-la à sua boca. [Prov. 19, 24] Para o preguiçoso é trabalho estender a mão à boca, porque o preguiçoso pregador não tem ânimo de praticar nem mesmo aquilo que diz, pois estender a mão à boca é harmonizar com a voz na prática. E assim ‘beija a sua mão com a sua boca’ aquele que louva a coisa que faz, e pelo testemunho do seu próprio discurso atribui a si mesmo o merecimento da prática. Neste caso, quem é que é desprezado, senão Aquele que concede os próprios dons para a prática? Donde é bem dito pelo grande Pregador: E que tens tu que não recebeste? Ora, se o recebeste, por que te glorias, como se o não houveras recebido? [1 Cor. 4, 7] Or…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 20 · c. 540–604

tradução automática

São Gregório Magno

Teria razão em dizer isto, se não arrogasse a si mesmo esta mesma sabedoria acima de todos os outros. Pois não é pequena condenação para um homem gloriar-se dentro de si daquela vantagem que lhe é dada em comum com outros, saber de quem recebeu um bom dom, e não saber usar o bem que recebeu. Pois há quatro sinais pelos quais se indica todo género de soberba dos arrogantes: ou quando pensam possuir alguma boa qualidade de si mesmos, ou se creem que lhes é dada do alto, mas que a receberam em consequência dos seus merecimentos, ou indubitavelmente quando se gloriam de possuir o que não têm, ou quando desprezam os outros e querem parecer os únicos possuidores do que têm. Pois gloriava-se de possuir as suas boas qualidades de si mesmo aquele a quem diz o Apóstolo: “Mas que tens tu que não tenh…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · c. 540–604

tradução automática