Referência

1Cor 6, 9

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Autores distintos

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Matos Soares

9Porventura não sabeis que os injustos não possuirão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que as sete petições da Oração do Senhor não são convenientemente atribuídas. É inútil pedir que seja santificado o que já é sempre santo. Ora, o nome de Deus é sempre santo, conforme Lc 1,49: “Santo é o seu nome”. Igualmente, o seu reino é eterno, segundo Sl 144,13: “O teu reino é reino de todos os séculos”. Além disso, a vontade de Deus sempre se cumpre, conforme Is 46,10: “Toda a minha vontade se fará”. Portanto, é inútil pedir que “o nome de Deus seja santificado”, que “o seu reino venha” e que “a sua vontade seja feita”. Objeção 2: Ademais, deve-se afastar-se do mal antes de alcançar o bem. Logo, parece inconveniente que as petições relativas à obtenção do bem sejam colocadas antes daquelas que se referem à remoção do mal. Objeção 3: Ademais, pede-se uma coisa para…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a efeminação não se opõe à perseverança. Pois uma glosa sobre 1 Cor 6,9-10: "Nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas" expõe o texto assim: "Efeminados — isto é, obscenos, dados ao vício contra a natureza." Ora, isto opõe-se à castidade. Logo, a efeminação não é um vício oposto à perseverança. **Objeção 2:** Além disso, o Filósofo diz (Ética, VII, 7) que "a delicadeza é uma espécie de efeminação". Mas ser delicado parece-se com a intemperança. Portanto, a efeminação não se opõe à perseverança, mas à temperança. **Objeção 3:** Além disso, o Filósofo diz (Ética, VII, 7) que "o homem amante do divertimento é efeminado". Ora, o amor imoderado do divertimento opõe-se à eutrapelia, que é a virtude relativa aos prazeres do jogo, como se afirma na Ética, IV…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

18. Embora às vezes aconteça que o pecado de fornicação não difira em nada da culpa do adultério, visto que a Verdade diz: *Qualquer que olhar para uma mulher com mau desejo, já no seu coração adulterou com ela* [Mt 5,28] (Pois, enquanto o adúltero é chamado pela palavra grega «moechus», e não se proíbe olhar para a mulher de outro, mas para uma mulher, a «Verdade» mostra abertamente que pelo simples olhar, quando só uma solteira é vilmente cobiçada, se perpetra adultério). Contudo, geralmente a coisa se diferencia segundo a situação ou ordem da pessoa que cobiça, isto é, deste modo: que a concupiscência proposital mancha de igual modo aquele que está em ordens sagradas, como o pecado de adultério mancha aquele outro. Não obstante, em pessoas não dessemelhantes, a mesma culpa da lascívia s…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 18 · c. 540–604

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