Referência

1Cor 8, 4

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Autores distintos

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Matos Soares

4Quanto, pois, a comer carnes imoladas aos ídolos, sabemos que o ídolo não é nada no mundo e que não há outro Deus, senão o Deus único.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

Essa noite se torna solitária, porque é separada por uma divisão eterna da companhia da região superior. Contudo, isto também pode ser entendido em outro sentido, a saber: que ele perde o homem, a quem fizera seu companheiro na ruína, e que o inimigo perece sozinho juntamente com seu corpo [isto é, o ímpio], enquanto muitos que ele destruíra são restaurados pela graça do Redentor. A noite, então, se torna solitária, quando, erguidos os eleitos, o nosso antigo inimigo é deixado sozinho nas chamas eternas do inferno. E bem se diz: Não seja digna de louvor algum. Pois quando o gênero humano, envolto nas trevas do erro, tomou pedras por deuses, nisto, que adoravam ídolos, que mais faziam senão louvar as obras do seu sedutor? Donde Paulo observa com razão: Sabemos que o ídolo nada é. Mas digo q…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 13 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a idolatria não é retamente considerada uma espécie de superstição. Assim como os hereges são infiéis, também o são os idólatras. Ora, a heresia é uma espécie de infidelidade, como se disse acima (Q. 11, A. 1). Logo, a idolatria é também uma espécie de infidelidade, e não de superstição. **Objeção 2:** Ademais, a latria pertence à virtude da religião, à qual a superstição se opõe. Mas a latria, ao que parece, é aplicada univocamente à idolatria e ao que pertence à verdadeira religião. Pois, assim como falamos univocamente do desejo da falsa felicidade e do desejo da verdadeira felicidade, assim também, aparentemente, falamos univocamente do culto dos deuses falsos, que se chama idolatria, e do culto do Deus verdadeiro, que é a latria da verdadeira religião. Logo,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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