Referência

1Cor 9, 7

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Trechos nesta página

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Autores distintos

1

Matos Soares

7Quem jamais vai à guerra à sua custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que não é lícito ao advogado receber honorário pelo patrocínio. As obras de misericórdia não devem ser feitas tendo em vista a remuneração humana, segundo Lc 14,12: «Quando fizeres um jantar ou uma ceia, não chames teus amigos… nem teus vizinhos que são ricos; para que não suceda que também eles te convidem, e se te faça retribuição.» Ora, patrocinar a causa alheia é obra de misericórdia, como foi dito acima (A[1]). Logo, não é lícito ao advogado receber pagamento em dinheiro pelo patrocínio. Objeção 2: Além disso, as coisas espirituais não devem ser permutadas por coisas temporais. Ora, patrocinar a causa de alguém parece ser um bem espiritual, pois consiste em usar o conhecimento do direito. Portanto, não é lícito ao advogado receber honorário pelo patrocínio. Objeção…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Parece que os homens não são obrigados por preceito a pagar dízimos. O mandamento de pagar dízimos está contido na Antiga Lei (Lev. 27, 30): «Todos os dízimos da terra, quer dos cereais quer dos frutos das árvores,

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que é lícito dar e receber dinheiro por ações espirituais. O uso da profecia é uma ação espiritual. Ora, antigamente costumava-se dar algo pelo uso da profecia, como se vê em 1 Samuel 9,7-8 e 1 Reis 14,3. Logo, parece que é lícito dar e receber dinheiro por uma ação espiritual. **Objeção 2:** Ademais, a oração, a pregação e o louvor divino são ações espirituais por excelência. Ora, dá-se dinheiro a pessoas santas para obter o auxílio de suas orações, conforme Lc 16,9: «Fazei-vos amigos com o mamom da iniquidade». Aos pregadores também, que semeiam coisas espirituais, são devidas as coisas temporais, segundo o Apóstolo (1 Cor 9,14). Além disso, dá-se algo aos que celebram os louvores divinos no ofício eclesiástico e fazem procissões; e, às vezes, uma renda anual lhes…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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