Referência

1Jo 3, 8

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Autores distintos

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Matos Soares

8Aquele que comete o pecado, é do demônio, porque o demônio peca desde o principio. Para destruir as obras do demônio é que o Filho de Deus se manifestou.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o diabo não é a cabeça dos ímpios. Pois pertence à cabeça difundir o sentido e o movimento nos membros, como diz uma glosa sobre Efés. 1,22: «E o constituiu cabeça», etc. Mas o diabo não tem poder de espalhar o mal do pecado, que procede da vontade do pecador. Logo, o diabo não pode ser chamado cabeça dos ímpios. Objeção 2: Além disso, por todo pecado o homem se torna mau. Mas nem todo pecado vem do diabo; e isto é claro quanto aos demônios, que não pecaram por persuasão de outrem; assim também nem todo pecado do homem procede do diabo, pois se diz (De Eccles. Dogm. lxxxii): «Nem todos os nossos maus pensamentos são sempre suscitados pela sugestão do diabo; mas às vezes brotam do movimento de nossa vontade.» Portanto, o diabo não é cabeça de todos os ímpios. Objeção…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objecção 1:** Parece que não era conveniente que Cristo fosse tentado. Pois tentar é fazer uma experiência, o que não se faz senão a respeito de algo desconhecido. Ora, o poder de Cristo era conhecido até dos demónios, porque está escrito (Lc 4,41) que «não lhes permitia falar, porque sabiam que ele era o Cristo». Logo, parece que não era conveniente que Cristo fosse tentado. **Objecção 2:** Além disso, Cristo veio para destruir as obras do diabo, segundo 1 Jo 3,8: «Para isto apareceu o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo». Ora, não é próprio do mesmo destruir as obras de alguém e sofrê-las. Logo, parece inconveniente que Cristo Se deixasse tentar pelo diabo. **Objecção 3:** Além disso, a tentação provém de três fontes: da carne, do mundo e do diabo. Mas Cristo não foi tenta…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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