Referência

1Jo 5, 16

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Autores distintos

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Matos Soares

16O que sabe que seu irmão comete um pecado, que não é de morte, ore (por ele), e Deus lhe dará a vida — falo daqueles cujo pecado não conduz à morte. Há um pecado que conduz à morte; não digo que rogue alguém por ele (com tanta confiança de ser ouvido).

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Santo Agostinho

De outra maneira; Diz o Apóstolo João: «Há pecado para a morte; não digo que rogue por esse.» [1 João 5,16] Este pecado do irmão para a morte julgo ser quando alguém, tendo vindo ao conhecimento de Deus pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo, se opõe contra a irmandade, ou é excitado pelo furor da inveja contra aquela graça pela qual foi reconciliado com Deus. A mancha deste pecado é tão grande, que não se submete à humildade da oração, ainda quando a consciência pecadora é levada a reconhecer e proclamar o seu próprio pecado. E a tal estado de ânimo, por causa da grandeza do seu pecado, devemos supor que alguns podem ser levados; e isto talvez seja pecar contra o Espírito Santo, isto é, por malícia e inveja atacar a caridade fraterna depois de recebida a graça do Espírito Santo; e este p…

Santo Agostinho · Serm. in Mount, 1, 22 · c. 354–430

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Santo Agostinho

Aqui surge uma questão, a saber, que este mandamento do Senhor, pelo qual nos manda orar pelos nossos inimigos, parece oposto por muitas outras partes da Escritura. Nos Profetas acham-se muitas imprecações sobre os inimigos; tal como aquela do Salmo 108: "Tornem-se órfãos os seus filhos." Mas deve saber-se que os Profetas costumam predizer as coisas futuras sob a forma de oração ou desejo. Tem maior peso, como dificuldade, o dizer João: "Há um pecado para a morte, e por esse não digo que ele ore;" mostrando claramente que há alguns irmãos por quem não nos manda orar; pois o que precedia era: "Se alguém sabe que o seu irmão comete um pecado, etc." Contudo, o Senhor manda-nos orar pelos nossos perseguidores. Esta questão só pode resolver-se se admitirmos que há nos irmãos alguns pecados mais…

Santo Agostinho · Serm. in Mont., i, 21 · c. 354–430

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não devemos orar pelos outros. Na oração, devemos conformar-nos ao modelo dado por nosso Senhor. Ora, na Oração do Senhor fazemos petições por nós mesmos, não por outros; assim dizemos: "O pão nosso de cada dia nos dai hoje", etc. Portanto, não devemos orar pelos outros. **Objeção 2:** Ademais, a oração é oferecida para ser ouvida. Ora, uma das condições exigidas para que a oração seja ouvida é que se ore por si mesmo; donde Agostinho, comentando Jo 16,23: "Se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, ele vo-la dará", diz (Trat. cii): "Cada um é ouvido quando ora por si mesmo, não quando ora por todos; por isso Ele não diz simplesmente 'dar-vos-á', mas 'dar-vos-á a vós'." Logo, parece que não devemos orar pelos outros, mas apenas por nós mesmos. **Objeção 3:** A…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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1Jo 5, 16 nos Padres da Igreja | Aurea