Referência

1Rs 16, 7

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Autores distintos

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Matos Soares

7O oráculo do Senhor, transmitido pelo profeta Jeú, filho de Hanani, foi dirigido contra Baasa e contra a sua casa, não sòmente em castigo de todos os males que ele tinha feito aos olhos do Senhor, irritando-o com as obras das suas mãos, imitando a casa de Jeroboão, mas também por Baasa haver destruído esta casa (de Jeroboão).

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que nenhum homem pode ser salvo sem o Batismo. Porque disse o Senhor (Jo 3,5): «Se alguém não renascer da água e do Espírito Santo, não pode entrar no reino de Deus.» Ora, só são salvos aqueles que entram no reino de Deus. Logo, ninguém pode ser salvo sem o Batismo, pelo qual o homem renasce da água e do Espírito Santo. **Objeção 2:** Demais, no livro *De Dogmatibus Ecclesiasticis* (xli) está escrito: «Cremos que nenhum catecúmeno, ainda que morra em boas obras, terá a vida eterna, a menos que sofra o martírio, o qual contém toda a virtude sacramental do Batismo.» Ora, se fosse possível a alguém ser salvo sem o Batismo, isto se daria especialmente com os catecúmenos a quem se atribuem boas obras, pois parecem ter a «fé que obra pela caridade» (Gl 5,6). Parece, portan…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o voto consiste apenas num propósito da vontade. Segundo alguns [*Guilherme de Auxerre, Sum. Aur. III, xxviii, qu. 1; Alberto Magno, Sent. iv, D, 38], "o voto é a concepção de um bom propósito após firme deliberação do espírito, pela qual o homem se obriga perante Deus a fazer ou não fazer algo". Ora, a concepção de um bom propósito, e demais elementos, pode consistir num simples movimento da vontade. Portanto, o voto consiste apenas num propósito da vontade. **Objeção 2:** Além disso, a própria palavra "voto" parece derivar de "voluntas" (vontade), pois diz-se que alguém faz algo "proprio voto" (por voto próprio) quando o faz voluntariamente. Ora, o "propósito" é ato da vontade, enquanto a "promessa" é ato da razão. Logo, o voto consiste apenas num ato da vontad…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**OBJEÇÃO I** — Parece que o modo da virtude cai sob o preceito da lei. Pois o modo da virtude é que os atos de justiça sejam feitos justamente, que os atos de fortaleza sejam feitos corajosamente, e de modo semelhante quanto às outras virtudes. Mas está mandado (Dt 26,20): «Seguirás justamente o que é justo». Logo, o modo da virtude cai sob o preceito. **OBJEÇÃO II** — Além disso, o que pertence à intenção do legislador cai principalmente sob o preceito. Mas a intenção do legislador se dirige principalmente a tornar os homens virtuosos, como se diz na Ética, II; e pertence ao homem virtuoso agir virtuosamente. Logo, o modo da virtude cai sob o preceito. **OBJEÇÃO III** — Além disso, o modo da virtude parece consistir propriamente em agir voluntariamente e com prazer. Mas isto cai sob um…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não pode haver causa conveniente para os sacramentos da Lei Velha. Porque aquelas coisas que se fazem para o culto divino não devem ser semelhantes às observâncias dos idólatras, pois está escrito (Dt 12,31): "Não farás assim ao Senhor teu Deus; porque eles fizeram a seus deuses todas as abominações que o Senhor aborrece." Ora, os adoradores dos ídolos costumavam golpear-se até derramar sangue, pois se relata (3 Rs 18,28) que "se cortavam segundo o seu costume com cutelos e lancetas, até que ficaram todos cobertos de sangue". Por esta razão o Senhor mandou (Dt 14,1): "Não vos cortareis, nem fareis calvície sobre os mortos." Logo, foi inconveniente que a Lei prescrevesse a circuncisão (Lv 12,3). **Objeção 2:** Ademais, aquilo que se faz para o culto de Deus deve s…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que todo aquele que é perfeito está no estado de perfeição. Pois, como foi dito acima (A[3], ad 3), assim como a perfeição corporal se alcança pelo crescimento corporal, assim a perfeição espiritual se adquire pelo crescimento espiritual. Ora, após o crescimento corporal, diz-se que alguém alcançou o estado de idade perfeita. Logo, parece que também após o crescimento espiritual, quando já se alcançou a perfeição espiritual, está-se no estado de perfeição. **Objeção 2:** Ademais, segundo o livro *Física* V, 2, o movimento "de um contrário a outro" tem o mesmo caráter que o movimento "do menos ao mais". Ora, quando um homem é mudado do pecado para a graça, diz-se que muda de estado, na medida em que o estado de pecado difere do estado de graça. Portanto, parece que da…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Artigo 9 – Se o modo da virtude cai sob o preceito da lei.** **Objecção 1:** Parece que o modo da virtude cai sob o preceito da lei. Com efeito, o modo da virtude consiste em que as obras de justiça se façam justamente, as de fortaleza, corajosamente, e assim por diante nas demais virtudes. Ora está mandado (Dt 16,20): «Justamente seguirás o que é justo». Logo o modo da virtude cai sob o preceito. **Objecção 2:** Além disso, o que pertence à intenção do legislador cai principalmente sob o preceito. Ora a intenção do legislador visa sobretudo tornar os homens virtuosos, como se diz na Ética (II); e é próprio do homem virtuoso agir virtuosamente. Logo o modo da virtude cai sob o preceito. **Objecção 3:** Mais ainda: o modo da virtude parece consistir propriamente em agir de vontade e co…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que não pode haver causa conveniente para os sacramentos da Lei Antiga. Porque aquelas coisas que se fazem para o culto divino não devem ser como as observâncias dos idólatras, pois está escrito (Dt 12,31): "Não farás assim ao Senhor teu Deus; porque eles fizeram a seus deuses todas as abominações que o Senhor aborrece." Ora, os adoradores dos ídolos costumavam cortar-se até derramar sangue, como se relata (3 Rs 18,28) que "se cortavam segundo o seu costume com cutelos e lancetas, até que todos ficaram cobertos de sangue". Por esta razão o Senhor ordenou (Dt 14,1): "Não vos cortareis, nem fareis calvície sobre os mortos." Logo, não foi conveniente que a circuncisão fosse prescrita pela Lei (Lv 12,3). **Objeção 2:** Além disso, aquelas coisas que se fazem para o culto…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 5 · c. 1225–1274

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