Referência

2Cor 1, 22

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Matos Soares

22o qual nos imprimiu o seu selo e pôs em nossos corações o penhor do Espirito (Santo).

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que o homem em graça não pode merecer condignamente a vida eterna, porque diz o Apóstolo (Rm 8,18): «As aflições deste tempo não são condignas para serem comparadas com a glória vindoura que se há-de revelar em nós.» Ora, entre todas as obras meritórias, as aflições dos santos parecem as mais meritórias. Logo, nenhumas obras dos homens são meritórias de vida eterna condignamente. Objecção 2: Além disso, sobre Rm 6,23: «A graça de Deus é a vida eterna», diz uma glosa: «Poderia ter dito verdadeiramente: ‘O salário da justiça, a vida eterna’; mas preferiu dizer ‘A graça de Deus, a vida eterna’, para que saibamos que Deus nos conduz à vida eterna por sua própria misericórdia e não por nossos méritos.» Ora, quando alguém merece algo condignamente, recebe-o não da misericórdi…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

6. Na Sagrada Escritura, pelo termo “penhor” significam-se às vezes os dons do Espírito Santo, e às vezes a confissão do pecado. Assim, o penhor é tomado como o dom do Espírito Santo, como onde é dito por Paulo: “E nos deu o penhor do Espírito em nossos corações.” [2 Cor 1,22] Pois recebemos um penhor para isso, para que tenhamos uma garantia quanto à promessa que nos é feita. E assim, o dom do Espírito Santo é chamado penhor, porque por ele a nossa alma é fortalecida para a certeza da esperança interior. Novamente, pelo nome de “penhor” costuma-se designar a confissão do pecado, como está escrito na Lei: “Se teu irmão te dever alguma coisa, e tomares dele um penhor, restitui-lhe o penhor antes do pôr do sol.” [Ex 22,25-26] Pois nosso irmão torna-se devedor a nós quando qualquer criatura s…

São Gregório Magno · Moralia — Comentário Moral ao Livro de Jó · Livro XVI, Parágrafo VI · c. 540–604

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