Referência

2Cor 12, 21

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Autores distintos

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Matos Soares

21(temo) que, quando eu for outra vez, me humilhe Deus, entre vós, e que tenha de chorar a muitos daqueles que antes pecaram e não fizeram penitência da impureza, fornicação e dissolução que cometeram.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que os pecados não são a matéria própria deste sacramento. Porque, nos outros sacramentos, a matéria é santificada pela prolação de certas palavras e, assim santificada, produz o efeito sacramental. Ora, os pecados não podem ser santificados, pois são opostos ao efeito do sacramento, a saber, a graça que apaga o pecado. Logo, os pecados não são a matéria própria deste sacramento. **Objeção 2:** Além disso, Agostinho diz no livro *Da Penitência* [Serm. cccli]: "Ninguém pode começar uma vida nova, se não se arrepender da velha." Ora, não só os pecados, mas também as penas da vida presente pertencem à vida velha. Portanto, os pecados não são a matéria própria da Penitência. **Objeção 3:** Além disso, o pecado é ou original, ou mortal, ou venial. Ora, o sacramento da Pe…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a luxúria não é um vício capital. Pois a luxúria é aparentemente o mesmo que «imundícia», segundo uma glosa sobre Efésios 5,3 (cf. 2 Coríntios 12,21). Ora, a imundícia é filha da gula, segundo Gregório (Moral. xxxi, 45). Logo, a luxúria não é um vício capital. Objeção 2: Ademais, Isidoro diz (De Summo Bono ii, 39) que «assim como a soberba da mente conduz à depravação da luxúria, assim a humildade da mente guarda a castidade da carne». Ora, parece contrário à natureza de um vício capital proceder de outro vício. Portanto, a luxúria não é um vício capital. Objeção 3: Ademais, a luxúria é causada pelo desespero, segundo Efésios 4,19: «os quais, desesperando, se entregaram à lascívia». Ora, o desespero não é um vício capital; de fato, é contado como filha da preguiça,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que as seis espécies são inadequadamente atribuídas à luxúria, a saber: "simples fornicação, adultério, incesto, sedução, estupro e vício contra a natureza." Porque a diversidade de matéria não diversifica a espécie. Ora, a referida divisão é feita com respeito à diversidade de matéria, segundo a qual a mulher com quem um homem tem relação é casada ou virgem, ou de alguma outra condição. Logo, parece que as espécies de luxúria são assim diversificadas. Objeção 2: Ademais, aparentemente as espécies de um vício não se diferenciam por coisas que pertencem a outro vício. Ora, o adultério não difere da simples fornicação senão pelo fato de um homem ter relação com aquela que é de outro, cometendo assim uma injustiça. Portanto, parece que o adultério não deve ser considerado u…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o vício contra a natureza não é uma espécie de luxúria. Pois na enumeração supra mencionada (A[1], OBJ[1]) não se faz menção do vício contra a natureza. Logo, não é uma espécie de luxúria. **Objeção 2:** Demais. A luxúria é contrária à virtude; e, portanto, está compreendida sob o vício. Ora, o vício contra a natureza não está compreendido sob o vício, mas sob a bestialidade, segundo o Filósofo (Ética, VII, 5). Logo, o vício contra a natureza não é uma espécie de luxúria. **Objeção 3:** Demais. A luxúria respeita os atos ordenados à geração humana, como foi dito acima (Q. 153, A. 2); ao passo que o vício contra a natureza diz respeito a atos dos quais a geração não pode seguir-se. Logo, o vício contra a natureza não é uma espécie de luxúria. **Em contrário,** É…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 11 · c. 1225–1274

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