Referência

2Cor 4, 13

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Autores distintos

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Matos Soares

13Mas, tendo o mesmo espírito de fé, segundo está escrito: Eu cri, por isso falei (Ps. 114, 1), também nós cremos, e por isso também é que falamos,

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a confissão não é um ato de fé. Porque o mesmo ato não pertence a virtudes diversas. Ora, a confissão pertence à penitência, da qual é parte. Logo, não é ato de fé. Objecção 2: Ademais, o homem é às vezes dissuadido pelo temor ou alguma espécie de confusão de confessar a sua fé; por isso o Apóstolo (Efésios 6,19) pede orações para que lhe seja concedido «com confiança, dar a conhecer o mistério do Evangelho». Ora, pertence à fortaleza, que modera a ousadia e o temor, não ser dissuadido de fazer o bem por causa da confusão ou do temor. Logo, parece que a confissão não é ato de fé, mas antes da fortaleza ou da constância. Objecção 3: Ademais, assim como o ardor da fé faz alguém confessar exteriormente a sua fé, assim também o faz praticar outras boas obras externas,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a alma de Cristo foi assumida antes da carne pelo Verbo. Porque o Filho de Deus assumiu a carne mediante a alma, como se disse acima (A[1]). Ora, o meio é atingido antes do fim. Logo, o Filho de Deus assumiu a alma antes do corpo. Objeção 2: Ademais, a alma de Cristo é mais nobre que os anjos, segundo o Sl 96,8: "Adorai-o, todos os seus anjos." Mas os anjos foram criados no princípio, como se disse acima (FP, Q[46], A[3]). Logo, também a alma de Cristo (foi criada no princípio). Porém não foi criada antes de ser assumida, pois Damasceno diz (De Fide Orth. iii, 2,3,9) que "nem a alma nem o corpo de Cristo tiveram jamais qualquer hipóstase senão a hipóstase do Verbo." Portanto, pareceria que a alma foi assumida antes da carne, que foi concebida no ventre da Virgem. Ob…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os sacramentos da Lei Antiga causavam graça. Pois, como foi dito acima (A[5], ad 2), os sacramentos da Lei Nova derivam a sua eficácia da fé na Paixão de Cristo. Ora, havia fé na Paixão de Cristo sob a Lei Antiga, assim como sob a Nova, visto que temos «o mesmo espírito de fé» (2 Cor 4,13). Logo, assim como os sacramentos da Lei Nova conferem graça, também os da Lei Antiga a conferiam. Objeção 2: Ademais, não há santificação senão pela graça. Ora, os homens eram santificados pelos sacramentos da Lei Antiga; pois está escrito (Lev 8,31): «E quando ele», isto é, Moisés, «os santificou», a saber, Aarão e seus filhos, «em suas vestes», etc. Portanto, parece que os sacramentos da Lei Antiga conferiam graça. Objeção 3: Além disso, Beda, numa homília sobre a Circuncisão, d…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a circuncisão não foi uma preparação e figura do Batismo. Porque toda figura tem alguma semelhança com o que prefigura. Ora, a circuncisão não tem semelhança com o Batismo. Logo, parece que não foi uma preparação e figura do Batismo. **Objeção 2:** Demais, o Apóstolo, falando dos antigos Padres, diz (1 Cor 10,2): "Todos foram batizados na nuvem e no mar"; mas não que fossem batizados na circuncisão. Portanto, a coluna de nuvem protetora e a travessia do Mar Vermelho, antes que a circuncisão, foram preparação e figura do Batismo. **Objeção 3:** Demais, foi dito acima (Q. 38, AA. 1 e 3) que o batismo de João foi uma preparação para o de Cristo. Consequentemente, se a circuncisão foi preparação e figura do Batismo de Cristo, parece que o batismo de João foi supérfl…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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