Referência

At 15, 1

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Trechos nesta página

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Comentários diretos

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Autores distintos

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Matos Soares

1Ora alguns vindos da Judeia ensinavam aos irmãos: "Se vos não circuncidais segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos."

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São João Crisóstomo

«E alguns homens que desceram da Judeia ensinavam aos irmãos, e diziam: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis salvar-vos.» Notai como a cada passo do reto progresso a respeito dos gentios, o princípio é introduzido como matéria de necessidade. Antes disto, (Pedro) sendo repreendido, justificou-se a si mesmo, e disse tudo quanto disse em tom de apologia, o que fez que suas palavras fossem aceitas; então, tendo os judeus se afastado, sobre isto (Paulo) veio aos gentios. Aqui novamente, vendo outra extravagância surgir, sobre isto (o apóstolo) estabelece a lei. Porque como é provável que eles, como ensinados por Deus, discorressem a todos indiferentemente, isto moveu a ciúmes os judeus (que haviam crido). E não falaram meramente da circuncisão, mas disseram: Nem m…

São João Crisóstomo · Homilies on the Acts of the Apostles · Homily XXXII on Acts xv. 1. · c. 347–407

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que toda virtude é virtude moral. Porque a virtude moral se chama assim do latim *mos*, isto é, costume. Ora, podemos nos acostumar aos atos de todas as virtudes. Logo, toda virtude é virtude moral. Objeção 2: Além disso, o Filósofo diz (Ética ii, 6) que a virtude moral é “um hábito de escolher o meio racional”. Mas toda virtude é um hábito de escolher: pois os atos de qualquer virtude podem ser feitos por escolha. E, ademais, toda virtude consiste em seguir de algum modo o meio racional, como explicaremos adiante (Q[64], AA[1],2,3). Logo, toda virtude é virtude moral. Objeção 3: Além disso, Cícero diz (De Invent. Rhet. ii) que “a virtude é um hábito como uma segunda natureza, em acordo com a razão”. Mas, visto que toda virtude humana se ordena ao bem do homem, deve est…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**OBJEÇÃO 1:** Parece que toda virtude é virtude moral. Porquanto a virtude moral é assim chamada do latim *mos*, i.e., costume. Ora, podemos habituar-nos aos atos de todas as virtudes. Logo, toda virtude é virtude moral. **OBJEÇÃO 2:** Demais, o Filósofo diz (Ética, II, 6) que a virtude moral é “um hábito de escolher o meio termo racional.” Ora, toda virtude é um hábito de escolher, porquanto os atos de qualquer virtude podem ser feitos por escolha. E, além disso, toda virtude consiste em seguir de algum modo o meio termo racional, como adiante se explicará (Q. 64, AA. 1, 2, 3). Logo, toda virtude é virtude moral. **OBJEÇÃO 3:** Ademais, Túlio diz (Da Invenção Retórica, II) que “a virtude é um hábito como uma segunda natureza, em conformidade com a razão.” Ora, visto que toda virtude hu…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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