Referência

At 5, 4

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

2

Matos Soares

4Não é verdade que, conservando-o (sem vender), era teu, e mesmo, depois de vendido, não estava em teu poder (o preço)? Por que motivo puseste em teu coração (fazer) tal coisa? Não mentiste aos homens, mas a Deus."

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Gregório Magno

45. Mas uma coisa é algo não ser bom em si; outra é alguém não saber usar corretamente o que é bom. Porque o poder é bom no seu devido lugar, mas requer conduta cuidadosa num governante. Portanto, usa-o retamente aquele que aprendeu tanto a retê-lo como a superá-lo. Usa-o retamente aquele que sabe, por seu meio, elevar-se acima das suas faltas e, com ele, manter-se nivelado com os outros. Porque a mente do homem é frequentemente exaltada, mesmo quando não apoiada por nenhum poder. Quanto mais então se exalta a si mesma, quando o poder se lhe junta! E contudo está pronta a corrigir as faltas dos outros com o devido castigo. Donde também é dito por Paulo: *Porque ele é ministro de Deus, vingador para executar a ira sobre aquele que faz o mal* (Rom. 13,4). Quando, pois, se empreende a adminis…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 45 · c. 540–604

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Pareceria que o preceito da correção fraterna não exige que uma admoestação privada preceda a denúncia. Pois, nas obras de caridade, devemos sobretudo seguir o exemplo de Deus, segundo Efésios 5,1-2: «Sede imitadores de Deus, como filhos muito amados, e andai em amor.» Ora, Deus às vezes pune um homem por um pecado sem antes o advertir em segredo. Portanto, parece que não é necessário que uma admoestação privada preceda a denúncia. Objeção 2: Além disso, segundo Agostinho (De Mendacio xv), aprendemos com os feitos dos santos como devemos entender os mandamentos da Sagrada Escritura. Ora, entre os feitos dos santos, encontramos que um pecado oculto é denunciado publicamente, sem qualquer admoestação prévia em particular. Assim, lemos (Gn 37,2) que «José acusou seus irmãos diante…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que nenhuma graça gratuita se ordena à operação de milagres. Pois toda graça põe algo naquele a quem é dada (cf. I-II, q. 90, a. 1). Ora, a operação de milagres nada põe na alma do homem que a recebe, já que milagres se operam até ao toque de um corpo morto. Assim lemos (4 Reis 13,21) que «uns … lançaram o corpo no sepulcro de Eliseu. E, tocando os ossos de Eliseu, o homem reviveu e se levantou sobre seus pés». Logo, a operação de milagres não pertence a uma graça gratuita. **Objeção 2:** Ademais, as graças gratuitas vêm do Espírito Santo, segundo 1 Coríntios 12,4: «Há diversidade de graças, mas o mesmo Espírito». Ora, a operação de milagres é efetuada até pelo espírito imundo, conforme Mateus 24,24: «Levantar-se-ão falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes s…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática