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At 6, 8

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Matos Soares

8Estêvão, cheio de graça e de fortaleza, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo.

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

São João Crisóstomo

E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia grandes prodígios e milagres entre o povo. Vede como mesmo entre os sete um se sobressaía e conquistava a primazia. Ainda que a ordenação fosse comum a ele e aos outros, todavia atraiu sobre si maior graça. E observai como ele não obrou sinais e prodígios antes deste tempo, mas somente quando se tornou publicamente conhecido; para demonstrar que a graça sozinha não é suficiente, mas é necessária também a ordenação; de modo que houve um acréscimo ulterior do Espírito. Pois se estavam cheios do Espírito, era daquele que procede da Pia Batismal. "Então se levantaram alguns da sinagoga." (v. 9.) Novamente ele usa a expressão de "levantarse" para denotar sua exasperação e ira. Aqui temos uma grande multidão. E observai a diferença na forma da acusação:…

São João Crisóstomo · Homilias sobre os Atos dos Apóstolos · Homilia XV · c. 347–407

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a plenitude da graça não é própria de Cristo. Pois o que é próprio de alguém pertence somente a ele. Ora, ser cheio de graça é atribuído a alguns outros; pois foi dito à Bem-aventurada Virgem (Lc 1,28): «Ave, cheia de graça»; e também está escrito (At 6,8): «Estêvão, cheio de graça e fortaleza». Logo, a plenitude da graça não é própria de Cristo. Objeção 2: Além disso, o que pode ser comunicado a outros por meio de Cristo não parece ser próprio de Cristo. Ora, a plenitude da graça pode ser comunicada a outros por meio de Cristo, pois o Apóstolo diz (Ef 3,19): «Para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus». Logo, a plenitude da graça não é própria de Cristo. Objeção 3: Ademais, o estado do viandante parece ser proporcionado ao estado do compreensor. Ora, no est…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 10 · c. 1225–1274

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