Referência

At 8, 17

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

1

Matos Soares

17Então Pedro e João impuseram-lhes as mãos, e eles receberam o Espírito Santo.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que o crisma não é matéria conveniente para este sacramento. Pois este sacramento, conforme foi dito acima (A[1], ad 1), foi instituído por Cristo quando prometeu o Espírito Santo a seus discípulos. Mas Ele lhes enviou o Espírito Santo sem que fossem ungidos com crisma. Além disso, os próprios apóstolos conferiram este sacramento sem crisma, pela simples imposição das mãos, pois está escrito (Atos 8,17) que os apóstolos "impunham as mãos" sobre os que foram batizados, "e eles recebiam o Espírito Santo". Logo, o crisma não é a matéria deste sacramento, visto que a matéria é essencial ao sacramento. **Objeção 2:** Ademais, a Confirmação aperfeiçoa, de certo modo, o sacramento do Batismo, como foi dito acima (Q[65], AA[3],4); e, por isso, deve conformar-se a ele como a…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a graça santificante não é conferida neste sacramento. Porque a graça santificante é ordenada contra o pecado. Ora, este sacramento, como se disse acima (A[6]), é dado somente aos batizados, que estão purificados do pecado. Logo, a graça santificante não é conferida neste sacramento. Objecção 2: Ademais, os pecadores necessitam sobretudo da graça santificante, pela qual só podem ser justificados. Se, portanto, a graça santificante é conferida neste sacramento, parece que deveria ser dada àqueles que estão em pecado. E todavia isto não é verdade. Objecção 3: Ademais, só pode haver uma espécie de graça santificante, pois ela é ordenada a um único efeito. Ora, duas formas da mesma espécie não podem estar no mesmo sujeito. Logo, como o homem recebe a graça santificante…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a imposição das mãos do sacerdote é necessária para este sacramento. Porquanto está escrito (Mc 16,18): «Porão as mãos sobre os enfermos, e estes recuperarão a saúde.» Ora, os pecadores estão espiritualmente enfermos e obtêm a recuperação mediante este sacramento. Logo, neste sacramento deve-se fazer a imposição das mãos. Objeção 2: Demais, neste sacramento o homem recupera o Espírito Santo que havia perdido, pelo que se diz na pessoa do penitente (Sl 1,14): «Restitui-me a alegria da Tua salvação, e fortalece-me com um espírito perfeito.» Ora, o Espírito Santo é dado pela imposição das mãos; pois lemos (At 8,17) que os apóstolos «impuseram as mãos sobre eles, e eles receberam o Espírito Santo»; e (Mt 19,13) que «foram apresentadas criancinhas» a nosso Senhor, «para q…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática