Referência

Cl 1, 20

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

2

Matos Soares

20e que por ele fossem reconciliadas consigo todas as coisas, pacificando pelo sangue da sua cruz, tanto as coisas da terra como as do céu.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Orígenes

Depois da glória dos Seus milagres e da Sua transfiguração, começou a seguinte glorificação do Filho do homem, quando Judas saiu com Satanás, que havia entrado nele. Portanto, quando ele saiu, disse Jesus: Agora é glorificado o Filho do homem, e Deus é glorificado nEle. Porque não é o Verbo eterno unigênito, mas a glória do Homem nascido da semente de Davi, que aqui se entende. Cristo na Sua morte, na qual glorificou a Deus, tendo despojado os principados e potestades, os expôs publicamente, triunfando deles abertamente (Col 2:15). E ainda: Fez a paz pelo sangue da Sua cruz, para reconciliar consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus (Col 1:20). Assim foi glorificado o Filho do homem, e Deus glorificado nEle; pois Cristo não pode ser glorificado, senão…

Orígenes · Origenes in Ioannem · c. 184–253

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os milagres que Cristo operou em substâncias espirituais foram inconvenientes. Pois entre as substâncias espirituais os santos anjos estão acima dos demônios; com efeito, como diz Agostinho (De Trin. iii): "O espírito racional da vida, infiel e pecador, é governado pelo espírito racional, piedoso e justo da vida." Mas não lemos de milagres alguns operados por Cristo nos bons anjos. Portanto, nem deveria ter operado milagres nos demônios. Objeção 2: Além disso, os milagres de Cristo foram ordenados a manifestar Sua Divindade. Mas a Divindade de Cristo não deveria ser manifestada aos demônios: pois isto teria impedido o mistério de Sua Paixão, conforme 1 Cor. 2:8: "Se a conhecessem, nunca teriam crucificado o Senhor da glória." Portanto, não deveria ter operado milagre…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática