Referência

Ef 2, 10

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

10Realmente somos obra sua, criados em Jesus Cristo para (fazer) boas obras, que Deus preparou para caminharmos nelas.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a graça não é uma qualidade da alma. Porque nenhuma qualidade age em seu sujeito, visto que a ação de uma qualidade não se dá sem a ação do seu sujeito, e assim o sujeito agiria necessariamente sobre si mesmo. Ora, a graça age sobre a alma, justificando-a. Logo, a graça não é uma qualidade. Objeção 2: Demais, a substância é mais nobre do que a qualidade. Mas a graça é mais nobre do que a natureza da alma, pois por meio da graça podemos fazer muitas coisas a que a natureza não é capaz, como se disse acima (q. 109, aa. 1, 2, 3). Logo, a graça não é uma qualidade. Objeção 3: Demais, nenhuma qualidade permanece depois de ter cessado de estar em seu sujeito. Ora, a graça permanece; pois não é corrompida, porque assim seria reduzida a nada, já que foi criada do nada; dond…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a graça não é uma qualidade da alma. Pois nenhuma qualidade age sobre o seu sujeito, visto que a ação da qualidade não se dá sem a ação do seu sujeito, e assim o sujeito agiria necessariamente sobre si mesmo. Mas a graça age sobre a alma, justificando-a. Logo, a graça não é uma qualidade. **Objeção 2:** Além disso, a substância é mais nobre que a qualidade. Ora, a graça é mais nobre que a natureza da alma, pois podemos fazer muitas coisas pela graça, às quais a natureza não é capaz, como acima foi dito (Q. 109, Aa. 1, 2, 3). Logo, a graça não é uma qualidade. **Objeção 3:** Além disso, nenhuma qualidade permanece depois de ter cessado de existir no seu sujeito. Mas a graça permanece; pois não é corrompida, porque assim seria reduzida a nada, visto que foi criada…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática