Referência

Ef 2, 19

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Autores distintos

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Matos Soares

19Vós, pois, já não sois hóspedes, nem adventícios, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus,

Matos Soares · domínio público

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Comentário direto

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São João Crisóstomo

Esta cidade é a Igreja, da qual está dito: «Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus.» (Sl 87,3) Seus cidadãos são todos os fiéis, dos quais o Apóstolo fala: «Sois concidadãos dos santos.» (Ef 2,19) Está edificada sobre Cristo, o monte, do qual Daniel assim: «Uma pedra cortada sem mãos» (Dn 2,34) se fez um grande monte.

São João Crisóstomo · Opus Imperfectum in Matthaeum · c. 347–407

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a virtude infusa não difere em espécie da virtude adquirida. Porque as virtudes adquirida e infusa, segundo o que foi dito (Art. 3), não diferem, ao que parece, senão em relação ao fim último. Ora, os hábitos e actos humanos são especificados, não pelo fim último, mas pelo fim próximo. Logo, a virtude moral ou intelectual infusa não difere da virtude adquirida. **Objeção 2:** Demais, os hábitos conhecem-se pelos seus actos. Ora, o acto da temperança infusa e da adquirida é o mesmo, a saber: moderar os desejos do tato. Logo, não diferem em espécie. **Objeção 3:** Demais, a virtude adquirida e a infusa diferem como o que é obra de Deus imediatamente difere do que é obra de uma criatura. Ora, o homem que Deus fez é da mesma espécie que o homem gerado naturalmente;…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a virtude infusa não difere em espécie da virtude adquirida. Pois as virtudes adquirida e infusa, segundo o que foi dito (Art. 3), não diferem, ao que parece, senão em relação ao fim último. Ora, os hábitos e os atos humanos são especificados, não pelo fim último, mas pelo fim próximo. Portanto, a virtude moral ou intelectual infusa não difere da virtude adquirida. Objeção 2: Além disso, os hábitos são conhecidos por seus atos. Mas o ato da temperança infusa e da adquirida é o mesmo, a saber: moderar os desejos do tato. Logo, não diferem em espécie. Objeção 3: Ademais, a virtude adquirida e a infusa diferem como aquilo que é feito imediatamente por Deus daquilo que é feito por uma criatura. Ora, o homem que Deus fez é da mesma espécie que um homem gerado naturalment…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

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