Referência

Ef 3, 18

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

3

Matos Soares

18possais compreender, com todos os santos, qual a largura, o comprimento, a altura e a profundidade (do amor de Cristo para com os homens),

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

São Jerônimo

Ele também recusou tomar o pecado pelo qual sofreu, donde está dito a seu respeito: Eu então paguei as coisas que nunca tomei. [Sl 68,5] Segue-se: «E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes sobre elas, para ver o que cada um levaria.» Neste lugar a salvação é figurada pelo lenho; o primeiro lenho foi o da árvore da ciência do bem e do mal; o segundo lenho é um de bem puro para nós, e é o lenho da vida. A primeira mão estendida ao lenho tomou a morte; a segunda reencontrou a vida que se havia perdido. Por este lenho somos levados através de um mar tempestuoso à terra dos vivos, porque pela sua cruz Cristo removeu o nosso tormento, e pela sua morte matou a nossa morte. Com a forma de uma serpente mata a serpente, porque a serpente feita da vara devorou as outras se…

São Jerônimo · c. 347–420

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Cristo não devia ter sofrido na cruz. Porque a verdade deve conformar-se à figura. Ora, em todos os sacrifícios do Antigo Testamento que prefiguravam a Cristo, as bestas eram mortas à espada e depois consumidas pelo fogo. Logo, parece que Cristo não devia sofrer na cruz, mas antes pela espada ou pelo fogo. **Objeção 2:** Além disso, Damasceno diz (De Fide Orth. iii) que Cristo não devia assumir "aflições desonrosas". Ora, a morte na cruz era mui desonrosa e ignominiosa; por isso está escrito (Sab. 2,20): "Condenemo-lo a uma morte mui vergonhosa." Portanto, parece que Cristo não devia sofrer a morte da cruz. **Objeção 3:** Demais, foi dito de Cristo (Mat. 21,9): "Bendito o que vem em nome do Senhor." Ora, a morte na cruz era morte de maldição, como lemos em Deut.…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 4 · c. 1225–1274

tradução automática

São Gregório Magno

15. Todas estas particularidades, porém, podem aplicar-se ao homem só, de modo que ele mesmo é “céu”, quando pelo desejo se apega às coisas do alto; “inferno”, quando jaz prostrado nas coisas inferiores, confundido pelas névoas das suas tentações; “terra”, porquanto é feito abundar em boas obras pela fertilidade de uma firme esperança; “mar”, porque em algumas ocasiões é abalado pelo temor e agitado pelo sopro da sua fraqueza. Mas Deus é “mais alto que o céu”, porquanto somos subjugados pela grandeza do Seu poder, ainda quando elevados acima de nós mesmos. É “mais profundo que o inferno”, porque penetra mais fundo no juízo do que a própria mente humana se perscruta a si mesma no meio das tentações. É “mais comprido que a terra”, porque aqueles frutos da nossa vida que Ele dá no fim, a noss…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 15 · c. 540–604

tradução automática