Referência

Ef 4, 13

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Autores distintos

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Matos Soares

13até que cheguemos todos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao estado do homem perfeito, segundo a estatura própria da plenitude de Cristo,

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

6

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Mas, se Cristo ressuscitou na mesma estatura com que morreu, ímpio é dizer que, quando chegar o tempo da ressurreição de todos, se acrescentará ao Seu corpo uma grandeza que Ele não tinha na Sua própria ressurreição (pois apareceu aos Seus discípulos naquele corpo em que fora conhecido entre eles), de modo que Se igualará aos mais altos entre os homens. Se, porém, dissermos que todos os corpos dos homens, altos ou baixos, serão trazidos igualmente ao tamanho e estatura do corpo do Senhor, então muito perecerá de muitos corpos, ainda que Ele tenha declarado que «nem um cabelo cairá». Resta, portanto, que cada um seja ressuscitado na sua própria estatura — na estatura que tinha na juventude, se morreu na velhice; se na infância, na estatura que teria alcançado se tivesse vivido. Pois o Apóst…

Santo Agostinho · City of God, book xxii, ch. 15 · c. 354–430

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Cristo foi batizado em tempo impróprio. Porque Cristo foi batizado para, com seu exemplo, conduzir outros ao batismo. Ora, é louvável que os fiéis de Cristo sejam batizados não apenas antes dos trinta anos, mas até na infância. Logo, parece que Cristo não deveria ter sido batizado aos trinta anos. **Objeção 2:** Ademais, não lemos que Cristo tenha ensinado ou feito milagres antes de ser batizado. Mas teria sido mais proveitoso para o mundo se ele tivesse ensinado por mais tempo, começando aos vinte anos, ou até antes. Logo, parece que Cristo, que veio para proveito dos homens, deveria ter sido batizado antes dos trinta anos. **Objeção 3:** Ademais, o sinal da sabedoria infundida por Deus deveria ter sido especialmente manifesto em Cristo. Ora, no caso de Daniel…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que Cristo não padeceu em tempo conveniente. Porque a Paixão de Cristo foi prefigurada pelo sacrifício do cordeiro pascal; donde o Apóstolo diz (1 Cor 5,7): «Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.» Mas o cordeiro pascal era imolado «no dia décimo quarto, ao entardecer», como está em Ex 12,6. Logo parece que Cristo devia ter padecido então; o que é manifestamente falso, pois estava então celebrando a Páscoa com seus discípulos, segundo o relato de Marcos (14,12): «No primeiro dia dos ázimos, quando sacrificavam a Páscoa»; ao passo que foi no dia seguinte que Ele padeceu. **Objeção 2:** Além disso, a Paixão de Cristo é chamada sua exaltação, segundo Jo 3,14: «Assim convém que o Filho do homem seja levantado.» E Cristo mesmo é chamado Sol de Justiça, como lemos em Ml 4,2. L…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 9 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1**: Parece que a consciência é uma potência; pois Orígenes diz [*Comentário sobre Rm 2,15] que «a consciência é um espírito corretor e guia, acompanhando a alma, pelo qual ela é afastada do mal e levada a aderir ao bem». Ora, na alma, espírito designa uma potência — ou a própria mente, conforme o texto (Ef 4,23): «Renovai-vos no espírito da vossa mente» — ou a imaginação, donde a visão imaginária é chamada espiritual, como diz Agostinho (Gen. ad lit. XII, 7,24). Portanto, a consciência é uma potência. **Objeção 2**: Ademais, nada é sujeito de pecado senão uma potência da alma. Ora, a consciência é sujeito de pecado; pois de alguns se diz que «a sua mente e a sua consciência estão contaminadas» (Tt 1,15). Logo, parece que a consciência é uma potência. **Objeção 3**: Ademais, a…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 13 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que este sacramento não deve ser dado a todos. Pois este sacramento é dado para conferir certa excelência, como foi dito acima (A[11], ad 2). Ora, nem todos são aptos para aquilo que pertence à excelência. Logo, este sacramento não deve ser dado a todos. **Objeção 2:** Demais. Por este sacramento, o homem progride espiritualmente para a idade perfeita. Ora, a idade perfeita é incompatível com a infância. Portanto, ao menos não deve ser dado às crianças. **Objeção 3:** Demais. Como diz o Papa Melquíades (Ep. ad Episc. Hispan.), «depois do Batismo somos fortalecidos para o combate». Ora, as mulheres são inábeis para o combate, pela fragilidade de seu sexo. Logo, nem as mulheres devem receber este sacramento. **Objeção 4:** Demais. Diz o Papa Melquíades (Ep. ad Episc.…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 8 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

Que pretendia designar por "trevas" senão a ignorância, e que pela "sombra da morte", senão o esquecimento? Porque é dito da ignorância de certas pessoas: *Tendo o seu entendimento obscurecido com trevas* (Ef 4,18). E está escrito novamente sobre o esquecimento que nos sobrevém na morte: *Naquele dia perecerão todos os seus pensamentos* (Sl 146,4). Visto que, pois, tudo o que se pensa durante a vida é totalmente entregue ao esquecimento pela morte, o esquecimento é uma espécie de sombra da morte. Porque, assim como a morte que intervém põe termo às obras da vida, assim a esquecimento que intervém destrói o que existia na memória. É chamada, portanto, com razão, sua "sombra", na medida em que é modelada sobre ela, por assim dizer, enquanto imita o seu poder em adormecer os sentidos. Mas, vi…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 8 · c. 540–604

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