Referência

Ef 5, 1

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Autores distintos

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Matos Soares

1Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos muito amados.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que toda paixão diminui a bondade de uma ação moral. Pois tudo o que impede o juízo da razão, do qual depende a bondade do ato moral, consequentemente diminui a bondade do ato moral. Ora, toda paixão impede o juízo da razão, porque diz Salústio (Catilinária): "Todos aqueles que tomam conselho acerca de matérias duvidosas devem estar livres do ódio, da ira, da amizade e da misericórdia." Logo, a paixão diminui a bondade do ato moral. Objeção 2: Ademais, quanto mais a ação do homem é semelhante a Deus, tanto melhor é; donde o Apóstolo diz (Efésios 5,1): "Sede imitadores de Deus, como filhos amados." Ora, "Deus e os santos anjos não sentem ira quando castigam... nem misericórdia da miséria quando socorrem os infelizes", como diz Agostinho (A Cidade de Deus, IX,5). Logo, é m…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Pareceria que o preceito da correção fraterna não exige que uma admoestação privada preceda a denúncia. Pois, nas obras de caridade, devemos sobretudo seguir o exemplo de Deus, segundo Efésios 5,1-2: «Sede imitadores de Deus, como filhos muito amados, e andai em amor.» Ora, Deus às vezes pune um homem por um pecado sem antes o advertir em segredo. Portanto, parece que não é necessário que uma admoestação privada preceda a denúncia. Objeção 2: Além disso, segundo Agostinho (De Mendacio xv), aprendemos com os feitos dos santos como devemos entender os mandamentos da Sagrada Escritura. Ora, entre os feitos dos santos, encontramos que um pecado oculto é denunciado publicamente, sem qualquer admoestação prévia em particular. Assim, lemos (Gn 37,2) que «José acusou seus irmãos diante…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o desejo de glória não é pecado. Porque ninguém peca em assemelhar-se a Deus; antes, nos é mandado (Efés. 5:1): «Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos muito amados.» Ora, buscando a glória, o homem parece imitar a Deus, que busca glória dos homens; donde está escrito (Isa. 43:6-7): «Trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra. E todo aquele que invoca o meu nome, eu o criei para minha glória.» Logo, o desejo de glória não é pecado. Objeção 2: Além disso, aquilo que incita o homem a fazer o bem aparentemente não é pecado. Ora, o desejo de glória incita os homens a fazer o bem. Pois Túlio diz (Questões Tusculanas, i) que «a glória inflama todo homem a esforçar-se ao máximo»; e na Sagrada Escritura a glória é prometida para as boas obras…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que toda paixão diminui a bondade de uma acção moral. Pois qualquer coisa que impede o juízo da razão, do qual depende a bondade de um acto moral, consequentemente diminui a bondade do acto moral. Ora toda paixão impede o juízo da razão; pois Salústio diz (Catilin.): "Todos aqueles que deliberam sobre questões duvidosas devem estar livres do ódio, da ira, da amizade e da compaixão." Logo a paixão diminui a bondade de um acto moral. Objecção 2: Demais. — Quanto mais a acção de um homem é semelhante a Deus, melhor é; por isso o Apóstolo diz (Efésios 5:1): "Sede vós imitadores de Deus, como filhos muito amados." Ora "Deus e os santos anjos não sentem ira quando punem... nem compaixão pela miséria quando aliviam os infelizes," como diz Agostinho (De Civ. Dei ix, 5). Logo é…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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