Referência

Ex 32, 27

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Trechos nesta página

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Autores distintos

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Matos Soares

27Ele disse-lhes: Eis o que diz o Senhor Deus de Israel: Cada um cinja a sua espada ao seu lado; passai e tomai a passar de porta em porta através dos acampamentos, e cada qual mate o seu irmão, o seu amigo, o seu parente.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Pareceria lícito a um particular matar um homem que pecou. Porque nada de ilícito é mandado na Lei divina. Contudo, por causa do pecado do bezerro de fundição, Moisés mandou (Êx. 32:27): «Mate cada um a seu irmão, e a seu amigo, e a seu próximo.» Logo é lícito aos particulares matar um pecador. **Objeção 2:** Demais, como foi dito acima (A[2], ad 3), o homem, por causa do pecado, é comparado às bestas. Ora, é lícito a qualquer particular matar uma fera, especialmente se for nociva. Logo, pela mesma razão, é lícito a qualquer particular matar um homem que pecou. **Objeção 3:** Demais, um homem, embora particular, merece louvor por fazer o que é útil para o bem comum. Ora, a morte dos malfeitores é útil para o bem comum, como foi dito acima (A[2]). Logo é digno de louvor que…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 3 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

14. Contudo, o que ele diz: «E quando me sentava como rei com um exército ao redor, todavia era um consolador dos que choravam», cumpre-nos saber que, mesmo tomado segundo a história, pode muito grandemente edificar o leitor, se este considerar bem como nos bons governantes se misturam a autoridade de governar e a benignidade de consolar. Pois diz: «E quando me sentava como rei com um exército ao redor»; eis a autoridade do governo; «todavia era um consolador dos que choravam»; notai o serviço da compaixão. Porque a disciplina ou a misericórdia fica muito descoberta, se uma se mantém sem a outra. Mas para com os súbditos deve haver nos corações dos governantes tanto a misericórdia que conforta na justiça, como a justiça que exerce a ira com compaixão. Daí que às feridas daquele meio-morto,…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 14 · c. 540–604

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