Referência

Gl 1, 10

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Autores distintos

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Matos Soares

10Porventura é o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Porventura é aos homens que pretendo agradar? Se agradasse ainda aos homens, não seria servo de Cristo.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Agostinho

Dizendo somente: "Para serdes vistos dos homens," sem nenhum acréscimo, parece ter proibido que façamos disto o fim das nossas ações. Pois o Apóstolo que declarou: "Se ainda agradasse aos homens, não seria servo de Cristo;" diz noutro lugar: "Eu agrado a todos em tudo." Isto fazia ele não para agradar aos homens, mas a Deus, para cujo amor deseja converter os corações dos homens, agradando-lhes. Como não havemos de pensar que falou absurdamente aquele que dissesse: Neste meu trabalho de buscar um navio, não é o navio que busco, mas a minha pátria.

Santo Agostinho · Serm. in Mont., ii, 1 · c. 354–430

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Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a lisonja não é pecado. Pois a lisonja consiste em palavras de louvor oferecidas a outrem para lhe agradar. Ora, não é pecado louvar uma pessoa, segundo Provérbios 31,28: «Levantaram-se seus filhos, e chamaram-na bem-aventurada; seu marido, e louvou-a.» Além disso, não há mal em desejar agradar aos outros, segundo 1 Coríntios 10,33: «Eu... em tudo agrado a todos.» Logo, a lisonja não é pecado. Objeção 2: Além disso, o mal é contrário ao bem, e a censura ao louvor. Ora, não é pecado censurar o mal. Logo, também não é pecado louvar o bem, o que parece pertencer à lisonja. Portanto, a lisonja não é pecado. Objeção 3: Além disso, a detração é contrária à lisonja. Por isso Gregório diz (Moral. XXII, 5) que a detração é um remédio contra a lisonja. «Deve-se observar», diz…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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