Referência

Gl 3, 23

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

1

Matos Soares

23Mas, antes que a fé viesse, estávamos encerrados sob a guarda da lei, na expectação daquela fé que havia de ser revelada.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a Igreja observa um rito inadequado no batizar. Pois, como diz Crisóstomo (Chromácio, em Mt 3,15): «As águas do Batismo nunca seriam eficazes para purgar os pecados dos que creem, se não tivessem sido santificadas pelo toque do corpo do Senhor.» Ora, isto ocorreu no Batismo de Cristo, que é comemorado na Festa da Epifania. Portanto, o Batismo solene deveria ser celebrado na Festa da Epifania, e não nas vésperas da Páscoa e do Pentecostes. Objecção 2: Além disso, parece que várias matérias não deveriam ser usadas no mesmo sacramento. Ora, a água é usada para lavar no Batismo. Logo, é inconveniente que o batizado seja ungido três vezes com óleo santo: primeiro no peito, depois entre as espáduas, e uma terceira vez com crisma no alto da cabeça. Objecção 3: Além disso,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 10 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que a Lei Antiga não era de Deus. Porque está escrito (Dt 32,4): “As obras de Deus são perfeitas.” Ora, a Lei era imperfeita, como foi dito acima (Art. 1). Logo, a Lei Antiga não era de Deus. Objeção 2: Ademais, está escrito (Ecle 3,14): “Eu aprendi que todas as obras que Deus fez continuam para sempre.” Ora, a Lei Antiga não continua para sempre; pois o Apóstolo diz (Heb 7,18): “Na verdade, há ab-rogação do mandamento antecedente, por causa da sua fraqueza e inutilidade.” Logo, a Lei Antiga não era de Deus. Objeção 3: Ademais, um sábio legislador deve remover não só o mal, mas também as ocasiões de mal. Ora, a Lei Antiga era ocasião de pecado, como foi dito acima (Art. 1, ad 2). Logo, a dar tal lei não pertence a Deus, a quem “ninguém há como entre os legisladores” (Jó…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que a Lei Antiga não era de Deus. Porque está escrito (Dt. 32,4): «As obras de Deus são perfeitas.» Ora, a Lei era imperfeita, como acima se disse (Art. 1). Logo, a Lei Antiga não era de Deus. Objecção 2: Demais, está escrito (Ecl. 3,14): «Aprendi que todas as obras que Deus fez duram perpetuamente.» Ora, a Lei Antiga não dura perpetuamente, pois o Apóstolo diz (Heb. 7,18): «Na verdade, há uma abolição do mandamento anterior, por causa da sua fraqueza e inutilidade.» Logo, a Lei Antiga não era de Deus. Objecção 3: Demais, um sábio legislador deve remover, não só o mal, mas também as ocasiões do mal. Ora, a Lei Antiga era ocasião de pecado, como acima se disse (Art. 1, ad 2). Logo, a outorga de tal lei não pertence a Deus, a quem «nenhum entre os legisladores é semelhan…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

tradução automática
Gl 3, 23 nos Padres da Igreja | Aurea