Referência

Gn 1, 3

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Autores distintos

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Matos Soares

3E Deus disse: Exista a luz. E a luz existiu.

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que a multiplicidade e distinção das coisas não procede de Deus. Porque o uno naturalmente sempre produz um. Mas Deus é sumamente uno, como se vê do que precede (Q. 11, a. 4). Logo, não produz senão um efeito. **Objeção 2:** Demais, a representação é assimilada ao seu exemplar. Ora, Deus é a causa exemplar do seu efeito, como foi dito acima (Q. 44, a. 3). Logo, sendo Deus uno, o seu efeito é uno somente, e não diverso. **Objeção 3:** Demais, os meios são proporcionais ao fim. Ora, o fim da criação é um — a saber, a bondade divina, como se mostrou acima (Q. 44, a. 4). Logo, o efeito de Deus é uno. **Ao contrário,** está escrito (Gn 1,4.7) que Deus "dividiu a luz das trevas" e "dividiu as águas das águas". Logo, a distinção e a multiplicidade das coisas vêm de Deus.…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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São Gregório Magno

21. Pela designação de 'tarde' pode-se entender também a tentação do pecado, que muitas vezes assalta a mente tanto mais agudamente quanto mais o espírito a transporta para as regiões superiores. Pois nunca nesta vida o pecado é tão completamente abandonado na prática da justiça, que permaneçamos sem vacilar na mesma justiça; porque, embora o princípio reto já expulse o pecado da morada do coração, contudo o próprio pecado, assim banido, tomando assento às portas do nosso pensamento, bate para que lhe seja aberto. E isto também Moisés transmitiu em significado espiritual, quando descreveu as partes do tempo sendo feitas de modo corporal, dizendo: *E houve luz*, e acrescentando logo depois: *E fez-se a tarde* [Gênesis 1,3.5]. Pois o Criador de todas as coisas, prevendo a culpa do homem, ent…

São Gregório Magno · Morals on the Book of Job (Moralia in Job) · Paragraph 21 · c. 540–604

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que esta não é a forma própria deste sacramento: "Isto é o Meu corpo." Pois o efeito de um sacramento deve ser expresso na sua forma. Ora, o efeito da consagração do pão é a mudança da substância do pão no corpo de Cristo, e isto é melhor expresso pela palavra "torna-se" do que por "é." Logo, na forma da consagração deveríamos dizer: "Isto se torna Meu corpo." **Objeção 2:** Além disso, Ambrósio diz (De Sacram. iv): "As palavras de Cristo consagram este sacramento. Que palavra de Cristo? Esta palavra, pela qual todas as coisas são feitas. O Senhor mandou, e os céus e a terra foram feitos." Logo, seria uma forma mais própria deste sacramento se fosse empregado o modo imperativo, de modo a dizer: "Seja isto Meu corpo." **Objeção 3:** Além disso, aquilo que é mudado es…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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