Referência

Gn 1, 5

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Autores distintos

1

Matos Soares

5Chamou à luz dia. e às trevas noite. E fez-se tarde e manhã, (e foi) o primeiro dia.

Matos Soares · domínio público

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Citações internas

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Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Parece que o conhecimento matutino e o vespertino são um só. Pois está dito (Gn 1,5): «E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro». Mas pela expressão «dia» deve-se entender o conhecimento dos anjos, como diz Agostinho (Gen. ad lit. IV, 23). Logo, o conhecimento matutino e vespertino dos anjos são um e o mesmo. Além disso, é impossível que uma mesma faculdade tenha duas operações ao mesmo tempo. Mas os anjos estão sempre usando seu conhecimento matutino, porque estão sempre contemplando a Deus e as coisas em Deus, segundo Mt 18,10. Logo, se o conhecimento vespertino fosse diferente do matutino, o anjo nunca poderia exercer seu conhecimento vespertino. Ademais, o Apóstolo diz (1 Cor 13,10): «Quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será abolido». Mas, se o conhecimento vespertino…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 7 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**OBJEÇÃO 1.** — Parece que o intelecto dos demônios fica obscurecido por serem privados do conhecimento de toda a verdade. Pois, se conhecessem alguma verdade, conheceriam sobretudo a si mesmos; o que é conhecer as substâncias separadas. Ora, isto não condiz com a sua infelicidade, pois parece pertencer a uma grande felicidade, a ponto de alguns autores terem atribuído como felicidade última do homem o conhecimento das substâncias separadas. Logo, os demônios são privados de todo conhecimento da verdade. **OBJEÇÃO 2.** — Demais, o que é manifestíssimo na sua natureza parece ser especialmente manifesto aos anjos, quer bons quer maus. Se o mesmo não é manifesto a respeito de nós, vem da fraqueza do nosso intelecto, que haure o seu conhecimento dos fantasmas; assim como, por fraqueza do olh…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que, depois da Penitência, o homem se levanta com igual virtude. Pois diz o Apóstolo (Rm 8,28): “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”, sobre o que uma glosa de Agostinho diz que “isto é tão verdadeiro que, se algum desses homens se desvia e vagueia fora do caminho, Deus faz também disto concorrer para o seu bem”. Ora, isto não seria verdade se ele se levantasse com virtude menor. Logo, parece que o penitente nunca se levanta com virtude menor. **Objeção 2:** Demais, Ambrósio [*Cf. Hypognosticon iii, obra anônima falsamente atribuída a Santo Agostinho] diz que “a Penitência é uma coisa muito boa, pois restaura toda a deficiência a um estado de perfeição”. Ora, isto não seria verdade se as virtudes não fossem recuperadas em igual medida. Logo,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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